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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

10/05/2011 16:44

Médico condenado por abuso sexual que atende na rede pública está de licença

Paula Maciulevicius

Secretaria de Saúde diz que condenado só deixa de ter vínculo como funcionário público se perder a condição de médico

O médico urologista Marcus Vinícius Carreira Bentes, major do Exército, condenado a um ano de detenção por abuso sexual contra paciente só pode deixar de ter vínculo como funcionário público da rede municipal de saúde se perder a condição de médico. Além de exercer a especialidade de urologia no Hospital Geral de Campo Grande, Marcus Vinícius Bentes é funcionário do posto do Guanandi.

Segundo a assessoria de imprensa da Secretaria Municipal de Saúde, Marcus Bentes continua como funcionário público concursado, mas está de licença médica a mais de quatro meses.

Ele deixou de atender na Unidade Básica de Saúde do bairro Guanandi, onde era lotado desde que entrou em licença. A prefeitura afirma que ele não responde a processo administrativo e que não cabe a Secretaria determinar o afastamento dele por conta da condenação.

Marcus Vinícius Bentes só deixa de ser funcionário da saúde municipal se perder a condição de médico ou se não justificar ausência de mais de 30 dias. No caso da ausência não justificada, o funcionário perde o cargo por abandono de emprego.

Caso – O STM (Superior Tribunal Militar)condenou o médico, a um ano de detenção por abuso sexual contra paciente, ocorrido em abril de 2007 no Hospital Geral de Campo Grande. A denúncia do Ministério Público Militar foi oferecida em 2008.

A paciente denunciou que o urologista pediu que ela levantasse o vestido e tocou em seu órgão genital sem luvas. Segundo a mulher, ele apresentava sinais de excitação. A paciente foi ao local para entregar resultados de exames solicitados por um outro urologista.

O caso foi julgado pelo STM no último dia 3 e por, unanimidade, o médico foi condenado à detenção. O advogado de defesa Evaldo Corrêa Chaves recorreu da condenação.

Com o recurso, a condenação fica suspensa. No caso da pena ser mantida, o major ficará detido em uma sala do Estado Maior. Conforme a denúncia, o militar já se envolveu em pelo menos outros seis casos de abuso sexual.

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è muito comum esta barbaridade , o problema que as denuncias são poucas
 
claudio berrine em 23/07/2011 02:35:35
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