Mesmo sob chuva, moto clube mantém tradição no aniversário da Capital
Grupo participaria da programação oficial de 26 de agosto, cancelada pela Prefeitura por conta do tempo

Apesar da chuva e do cancelamento do desfile cívico-militar de 127 anos de Campo Grande, o Insanos Moto Clube manteve a tradição e foi às ruas na manhã desta quarta-feira (26). O grupo, que se concentrou na Praça do Rádio, realizou o próprio percurso debaixo da garoa e céu nublado.
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O Insanos Moto Clube manteve a tradição e realizou desfile próprio pelas ruas de Campo Grande na manhã desta quarta-feira (26), mesmo com a chuva que levou a Prefeitura a cancelar o desfile cívico-militar do aniversário de 127 anos da capital. O grupo, que saiu da Praça do Rádio e percorreu a Avenida Afonso Pena, esperava 70 motociclistas, mas reuniu entre 20 e 30 participantes.
O motoclube participaria do desfile oficial na Rua 13 de Maio, marcado para acontecer após a Corrida do Facho. Com o cancelamento da programação oficial pela Prefeitura por conta do tempo instável, os integrantes decidiram manter a concentração.
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Servidor público e diretor regional do grupo, William do Nascimento Silva, de 40 anos, explica que o desfile de 26 de agosto já faz parte do calendário do moto clube.
“É tradicional a gente participar e prestigiar o aniversário da Capital. Após o desfile oficial, sempre fazemos um evento reunindo amigos e familiares. Como cancelaram de última hora, decidimos manter a nossa programação e fazer o nosso próprio desfile, o Bonde do Insano”, afirmou William.
A chuva reduziu o número de motociclistas esperados, de 70 para cerca de 20 a 30 participantes, mas não desanimou o grupo. Parte dos integrantes optou por acompanhar o trajeto de carro junto com a família.
O comboio partiu da Rua Pedro Celestino, subiu a Avenida Afonso Pena em direção ao Shopping Campo Grande e seguiu até a Rua Oceano Atlântico, onde se reuniu em uma cervejaria.
Sobre a diversidade de veículos na motociata, o diretor destacou que o foco do grupo é a união dos membros e não a potência da motocicleta.
“Existem motos de diferentes segmentos e cilindradas, mas para nós todas as motos são válidas. A gente dá valor no integrante e não no que ele tem. Se ele tem uma moto popular, para nós a melhor moto é a dele, porque o que importa é a pessoa”, concluiu.
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