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Capital

Morador da Capital é vítima de extorsão após contatar site de acompanhantes

Suposto membro da facção cobrou dinheiro depois de conversa com acompanhante em site

Por Bruna Marques | 17/09/2026 05:53
Morador da Capital é vítima de extorsão após contatar site de acompanhantes
Imagem mostra anúncios de acompanhantes com atendimento em Campo Grande (Foto: Reprodução)

Morador de 47 anos da Vila Sobrinho, em Campo Grande, perdeu R$ 1.350 após ser ameaçado por uma pessoa que dizia fazer parte do PCC (Primeiro Comando da Capital). O caso foi registrado nesta quarta-feira (16), após o homem entrar em contato com uma garota de programa por meio de um site.

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Morador de Campo Grande perdeu R$ 1.350 após ser ameaçado por pessoa que afirmava ser integrante do PCC. O homem, de 47 anos, foi abordado pelo WhatsApp depois de contatar uma garota de programa em um site. O suspeito exigiu pagamento para retirar o nome da vítima de uma suposta lista da organização criminosa. Após efetuar os pagamentos, novas cobranças foram feitas e ele denunciou o caso à polícia. O crime foi registrado como extorsão na Depac Centro.

Segundo o boletim de ocorrência, na terça-feira, ele acessou o site Hot/MS e conversou com uma mulher para saber os valores cobrados pelo programa. Foram informados preços de R$ 800 e R$ 600, mas o homem disse que pretendia deixar o encontro para outra data e não chegou a combinar o serviço.

No dia seguinte, ele recebeu uma mensagem pelo WhatsApp de uma pessoa que se apresentou como integrante do chamado “disciplina do PCC”. O homem foi informado de que seu nome estaria em uma suposta “lista negra” da organização e que o pavilhão feminino estaria cobrando um “salve” contra ele.

O desconhecido exigiu um pagamento para retirar o nome do homem de um suposto “caderno preto”. Durante a conversa, também apresentou diversos dados pessoais do morador, o que fez com que ele acreditasse que as ameaças poderiam ser concretizadas.

Com medo, o homem realizou dois pagamentos por Pix que totalizaram R$ 1.350.

Mesmo depois da transferência, as mensagens continuaram. O desconhecido afirmou que sabia onde o morador vivia e que havia feito uma pesquisa sobre ele. Em seguida, disse que, como ele nunca havia contribuído com o grupo, teria de pagar mais R$ 2 mil.

Diante da nova cobrança, o homem deixou de responder às mensagens e procurou a polícia para denunciar os fatos.

O caso foi registrado como extorsão na Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) Centro.

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