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Campo Grande, Sexta-feira, 19 de Janeiro de 2018

04/07/2012 18:10

MPE abre 10 inquéritos para investigar presídios de Campo Grande

Luciana Brazil
Presídio de Segurança Máxima é uma dos estabelecimentos investigados pelo MPE. (Fotos:Arquivo) Presídio de Segurança Máxima é uma dos estabelecimentos investigados pelo MPE. (Fotos:Arquivo)

O Ministério Público, por meio da 50° Promotoria de Justiça, instaurou inquéritos para investigar irregularidades nos estabelecimentos penais de regime fechado e semiaberto de Campo Grande. Entre as falhas do sistema prisional, o órgão investiga falta de segurança nos presídios, onde tem sido possível entrar com celulares, bebidas alcoólicas e entorpecentes, além de superlotação.

Ao todo, são 10 inquéritos civis que foram publicados hoje no Diário Oficial do Ministério Público Estadual.

A promotora de Justiça Jiskia Sandri Trentin também investiga falhas na Derf (Delegacia Especializada de Repressão a Roubos e Furtos), onde falta colchões para que os presos cumpram a pena com dignidade, de acordo com o inquérito.

O Presídio de Segurança Máxima Jair Ferreira Carvalho, o Presídio de Trânsito e o Instituto Penal de Campo Grande também serão investigados por favorecerem a entrada de celulares e substâncias psicoativas.

O MPE irá ainda apurar as irregularidades no Presídio Feminino Irmã Zorzi, quanto à alimentação, aos alojamentos e ao local das visitas internas.

Outra falha apontada pelos inquéritos é a falta de funcionamento dos aparelhos de raio-x que estão desativados no Presídio de Segurança Máxima, onde também tem faltado água. A promotora destaca ainda a ausência desses equipamentos de segurança em outros estabelecimentos penais.

A torre de vigilância do Presídio de Trânsito que está desativada compromete a segurança da unidade e dos servidores que trabalham no presídio, possibilitando ainda possíveis fugas ou atentados.

Um dos inquéritos civis apura também o falta de segurança no Estabelecimento Penal Feminino de regime semi-aberto e Casa do Albergado, onde é frequente a entrada de bebidas alcoólicas e celulares, que são jogados pelo muro.

Entre os inquéritos, está a investigação da falta de vagas de trabalho aos internos nas unidades penais de Campo Grande.



Que bom que a promotora Jiskia Sandri Trentin vai fazer o que os outros não fizeram.
Se tivessemos 1000 igual a ela, ai tudo iria funcionar. Que Deus a abençoe.
 
Regina Fatima Bastazini Kaihara em 15/07/2012 12:09:35
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