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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

26/11/2014 09:05

Oito câmeras de açougue não mostram o que aconteceu com comerciante

Francisco Júnior e Renan Nucci
Corpo da vítima sendo retirado do local do crime. (Foto: Renan Nucci)Corpo da vítima sendo retirado do local do crime. (Foto: Renan Nucci)
Faca encontrado ao lado do corpo. (Foto: Renan Nucci)Faca encontrado ao lado do corpo. (Foto: Renan Nucci)

As oitos câmeras do açougue onde o comerciante Francisco Paulino Martins, 48 anos, foi encontrado morto na manhã desta quarta-feira (26) não mostram o que aconteceu com a vítima. O comerciante morreu com uma facada no pescoço.

O estabelecimento fica na Avenida Albert Sabin esquina com a Rua Califórnia, no Bairro Caiçara. O corpo foi localizado às 6 horas pela mulher da vítima.

O delegado Carlos Delano, plantonista da Depac (Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário) da Vila Piratininga, relatou que fez uma checagem preliminar nas imagens das câmeras e não é possível visualizar uma segunda pessoa no local, além da vítima.

Conforme o delegado, às 5h30 as câmeras gravaram o comerciante circulando pelo estabelecimento, 10 minutos depois não há mais movimentação de ninguém no local. Na sequência, as imagens mostraram a mulher da vítima encontrando o corpo. Francisco estava caído nos fundos do açougue e com a faca que perfurou seu pescoço ao lado do corpo. As imagens não mostram a presença de uma terceira pessoa no local.

O delegado trabalha com a hipótese de homicídio, mas não descarta outras linhas de investigação, como um possível suicídio.

“A primeira situação a apurar é de homicídio. Mas no momento tudo é possível, não podemos descartar nada”, explicou o delegado. Foi cogitado a possibilidade de a morte ter sido um acidente. Como choveu, a vítima pode ter escorregado e acabou a sendo atingida pela faca.

No local, os peritos apreenderam uma faca com marcas de sangue e peças de roupas. O celular da vítima também será analisado para saber com quem a vítima manteve contanto antes da morte.

A polícia captou as imagens das câmeras para fazer uma analise minuciosa e encontrar algum detalhe que possa chegar uma suspeita do que possa ter acontecido para a vítima ter morrido dassa maneira.

Familiares relataram que o comerciante não estava sendo ameaçado e não tinha problemas com ninguém.

O corpo de Francisco foi encaminhado para o Imol (Instituto Médico Odontológico Legal).



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