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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

09/03/2011 14:49

Onça fugitiva do Cras aguarda rádio-colar para retornar à natureza

Jorge Almoas

Equipamento permite monitorar animal no meio ambiente

Onça fugiu duas vezes no ano passado, mas está “quietinha” no Cras desde fevereiro (Foto: João Garrigó)Onça fugiu duas vezes no ano passado, mas está “quietinha” no Cras desde fevereiro (Foto: João Garrigó)

No próximo sábado (12), a onça fugitiva do Cras (Centro de Reabilitação de Animais Silvestres) completa um mês de “sossego” no centro, localizado na reserva do Parque dos Poderes, em Campo Grande. Os responsáveis pelo Cras aguardam a chegada de um rádio-colar para que o felino seja solto na natureza.

De acordo com Élson Borges, biólogo e coordenador do Cras, a intermediação para conseguir o equipamento é feita pelo Cenap (Centro Nacional de Pesquisa e Conservação de Mamíferos Carnívoros), órgão ligado ao Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente).

“Como o rádio-colar é caro, é mais fácil que o Cenap consiga. Estamos aguardando o equipamento chegar e o resultado de um exame de sangue, que é feito fora do Estado”, explicou Élson.

A onça, que ainda não foi batizada, continua no Cras, em Campo Grande. Ela está com 11 meses, está maior e não tentou outras fugas. “Está bem quietinha”, comentou o biólogo.

Com o rádio-colar, o Cras pode monitorar o animal na natureza, recebendo informações sobre como ele se alimenta, os locais que vive e se está doente, ou ferido. O local onde a onça será solta não foi definido até o momento. A expectativa é que o rádio-colar chegue a Mato Grosso do Sul ainda esta semana.

A onça fugiu pela primeira vez do Cras em 29 de outubro de 2010, foi recapturada e escapou novamente no dia 30 de dezembro. Nesse meio tempo, o animal ganhou comunidades e perfis nas redes sociais, que brincavam com a fuga da onça.

No dia 12 de fevereiro, ela caiu em uma das nove armadilhas montadas na reserva. O animal estava ferido no rosto.



Por favor,já que a oncinha ainda não foi batizada e esta sem um nome,coloca nela o meu(Teresinha)(Teresa)podem por até o sobrenome,vou adorar pois gosto muito de animais,e acho que se éla tentou fugir esta certa,todos que estão presos tentam,quanto a solta-la na natureza,o unico perigo é algum peão mata-la perto de fazendas quando éla for procurar alimentos.boa sorte para éla.
 
Teresa de Moura em 24/03/2011 11:06:02
É batizada sim "FUJONA" ou se quiser "FUJONA DA SILVA" que continua dando baile na moçada. Agora é o colar...........e assim vai.
 
MEIRE PEREIRA DE SOUZA em 24/03/2011 10:59:53
Pobre "Fujona", vítma mais uma vez do homem. Esqueçam essas burocracias e soltem ela na serra do amolar, quanto mais demorar pior será.
 
Valter Antunes Oliveira em 09/03/2011 03:53:16
Até ferida na jaula, a coitada e renitente onça se encontra. Quem não pode se instalar, por falta de competência ou dinheiro, que não o faça. Tudo que esse CRAS precisa, tem que pedir adjutório de alguém ou órgão assemelhado, quando não, esmolar para o governo federal. O que será que é feito com o dinheiro que o Estado arrecada? Antigamente se governava com o dinheiro da arrecadação. Hoje, tudo tem que contar com a contrapartida do governo federal. També, se este Estado fosse uma fazenda e estivesse à venda, ninguém se atreveria a comprá-lo, senão vejamos: 1/3 é só areia (região do bolsão); outro 1/3 é só água (região do pantanal) e o outro 1/3 é uma região produtiva (pegando de maracaju, passando por dourados, naviraí e ponta Porã), porém tem geadas violentas, que queimam as plantações e matal as criações e também ocorrência de tempestades devastadoras. é isso aí, não se enganem.
 
Rinaldo Ribeiro em 09/03/2011 03:35:21
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