A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

18/12/2013 08:08

Operação isolou líderes após PCC "levantar" endereços de policiais

Graziela Rezende

A ordem para “levantar endereços de policiais e agentes penitenciários”, realizada recentemente por integrantes do PCC (Primeiro Comando da Capital) foi o que motivou a operação Eríneas, deflagrada na manhã de ontem pelas forças policiais do Estado, de acordo com o promotor Marcos Alex Vera, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial e Combate ao Crime Organizado).

“Ao saber dessa ordem e de futuros ataques, transferimos os encarcerados na tentativa de isolar ou até mesmo minimizar a ação desses integrantes e a capacidade de articulação. E no Estado, por meio de uma política acertada entre o Poder Judiciário e a Sejusp (Secretaria de Justiça e Segurança Pública), controlamos qualquer tipo de ação”, diz o promotor em entrevista ao Bom Dia MS, da TV Morena.

Em pouco tempo de investigação, a Polícia descobriu que ecoavam ordens dos “chefões” de São Paulo para “líderes” do sistema penitenciário de Mato Grosso do Sul. “Eles davam a palavra final, além de punições e ações orquestradas no Estado. A atividade exercida é também o tráfico de drogas, no qual homicídios ocorriam por disputa de ponto ou dívidas, como uma força motriz que dá andamento a facção”, explica o promotor.

O meio de comunicação basicamente é o telefone celular, mesmo se tratando de presos. “Ainda temos as visitas que levam recados para outras pessoas e também entregam bilhetes. Pode parecer redundante prender pessoas já reclusas, no entanto elas terão a pena agravada, são transferidos para locais isolados e ainda perdem, por exemplo, o direito ao indulto de natal”, ressalta o promotor.

Prisões - Ao todo, a operação cumpriu 67 mandados de prisão e de busca e apreensão; 63 pessoas foram presas e os três maiores presídios do Estado – Presídio de Segurança Máxima de Campo Grande, Penitenciária Harry Amorim Costa de Dourados e Presídio de Três Lagoas – passaram por pente fino.

Dos 63 presos na operação, 42 já eram detentos do sistema carcerário. As forças de inteligência das polícias avaliaram a influência que cada um deles exercia sobre os demais e decidiram fazer um esquema de transferência de presídios. Pelo menos 50% dos presos foram remanejados.



Renato você foi muto feliz nos comentários mas exterminar o pcc seria ruim para delegados e promotores como acha que iam aparecer os nomes deles seriam esquecidos ladrão de galinha e assaltantes de ponto de ônibus não dá ibope!
 
gilson dos santos silva em 15/05/2014 09:56:17
Se a policia não chamasse tanta atenção, poderia ter resolvido de maneira definitiva esses lideres e comamdados do PCC aqui no estado. Inclusive esses porcarias teriam medo de serem tranferidos para cá com medo de desaparecerem permanentemente.
Mas, não... Tem que fazer publicidade da operação com "sucesso."
Sucesso seria o exterminio do PCC.
Quer matar uma árvore? Corta logo o tronco perto da raiz, ao inves de ficar podando as folhas no final dos galhos.
 
Renato Gonçalves em 18/12/2013 13:01:27
Não sei porque os presidiários tem tanta regalia.. Eles são muito cruéis quando matam, assaltam, roubam, estupram.
 
Placida Barros em 18/12/2013 10:19:12
Cá entre nós: a justiça ou é muito burra ou está com as mão sujas. O PCC era um problema do estado de SP, mas acabou se alastrando pelo país por conta dessas transferências de bandidos para outras penitenciárias federais. Oras, cada um com seus problemas.
 
Sergio Arantes em 18/12/2013 09:21:35
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions