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Campo Grande, Domingo, 17 de Dezembro de 2017

18/03/2016 11:37

Para evitar confronto, movimento anti-PT orienta a não ter protesto hoje

Viviane Oliveira
Está marcado para às 16h de hoje ato a favor da democracia e contra o golpe. (Foto: divulgação/CUT)Está marcado para às 16h de hoje ato a favor da "democracia e contra o golpe". (Foto: divulgação/CUT)

Folder distribuído pelas redes sociais orienta coordenadores de movimentos anti-PT a não irem às ruas, nesta sexta-feira (18), em respeito ao ato 'contra o golpe e em favor da democracia', marcado para à tarde em todo Brasil. Em Campo Grande, o encontro será na frente da TV Morena, afiliada da rede Globo, na Rua Santana esquina com a Avenida Eduardo Elias Zahran, às 16h.

O ato organizado por grupos que apoiam os petistas, que estava marcado para acontecer no último domingo (13), foi cancelado e remarcado para hoje. Os organizadores cancelaram a manifestação para evitar confronto com os manifestantes pró-impeachment.

Em alguns Estados, a recomendação da CUT (Central Única dos Trabalhadores) não foi acolhida e houve confrontos entre os dois grupos. A orientação de hoje seria justamente para evitar eventuais confrontos.

Seguindo a orientação nacional, o Movimento Reaja Brasil cancelou o encontro de hoje, às 18h, na frente do MPF (Ministério Público Federal). Porém, a carreata agendada pelo Setlog (Sindicato das Empresas de Transporte Rodoviário de Cargas do Estado de Mato Grosso do Sul) está mantida para as 13h30, assim como a manifestação dos lojistas que foram convocados pela CDL (Câmara dos Dirigentes Lojistas) e pela Associação Comercial, a fecharem as portas durante uma hora a partir do meio-dia para um ato na 14 de Julho. O movimento informa que retorna com as manifestações amanhã. 

Ontem (17), cerca de 1,5 mil pessoas foram para as ruas em protesto contra o PT (Partido dos Trabalhadores), em Campo Grande. Os protestos ganharam força na quarta-feira (16), após divulgação de que Lula foi nomeado ministro-chefe da Casa Civil. Na mesma noite, vieram a público gravações de diálogos entre Dilma e Lula. Nesta quinta-feira (17), Lula chegou a tomar posse, mas a decisão foi derrubada pela Justiça. 



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