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Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

23/01/2014 12:25

Pesquisa avaliará velocidade e uso álcool entre motoristas da Capital

Kleber Clajus e Aline dos Santos
Pesquisadores irão utilizar radar da Agetran em estudo realizado em Campo Grande (Foto: Marcos Ermínio)Pesquisadores irão utilizar radar da Agetran em estudo realizado em Campo Grande (Foto: Marcos Ermínio)

Pesquisa coordenada pela OMS (Organização Mundial de Saúde) deve traçar, neste ano, o comportamento do motorista campo-grandense quanto à velocidade, uso do celular e de álcool ao conduzir um veículo. A iniciativa, que faz parte do projeto Vida no Trânsito, conta com a participação de pesquisadores do Johns Hopkins University (EUA) e da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul).

Nesta quinta-feira (23), os pesquisadores conheceram a estrutura da Agetran (Agência Municipal de Trânsito) e o radar portátil que utilizarão no estudo. O equipamento foi adquirido em pregão presencial por R$ 125 mil.

De acordo com o diretor-presidente da Agetran, Jean Saliba, a troca de experiências é fundamental para melhorar o trânsito na Capital. Ele também esclarece que o radar será cedido pelo órgão para fins educativos, mas não se descarta a possibilidade de seu uso em fiscalizações.

A coordenadora do núcleo de estudos e pesquisas em trânsito e álcool da UFRS, doutora Tanara Sousa, explica que a pesquisa utiliza amostragem dos condutores e vai ouvir 800 deles com questões que envolvem o uso da cadeirinha, celular, bebidas alcoólicas e se já se envolveram em acidentes.

Levantamento similar ao realizado em Campo Grande também já foi realizado em Palmas (TO) e Teresina (RN). O recorte principal da pesquisa, iniciada ontem (23) na Capital, está associado ao comportamento do condutor quanto à velocidade em que trafega por ruas e avenidas, bem como o uso de bebidas alcoólicas e direção. Mais cinco visitas dos pesquisadores estão previstas até o fim do ano.

O projeto Vida no Trânsito é realizado em dez países, sendo que no Brasil cinco cidades participam da iniciativa. As informações, no entanto, não serão comparadas entre as cidades, mas devem estabelecer até 2020 o perfil de comportamento dos motoristas.



Se um motorista “forasteiro” dirigir pelas ruas de Campo Grande, logo vai chegar à conclusão de que está numa terra sem lei. Isto pela má educação dos “colegas” de trânsito, mas também pelo mau comportamento volante.
Estacionamento em local proibido, desrespeito à sinalização, motoristas inabilitados, condutores embriagados e fiscalização inoperante, e os mais comuns e quase que ignorados pela fiscalização são o uso de celular e parar em fila dupla. Ainda bem que existem pessoas nos EUA e no Rio Grande do Sul que se preocupam com a vida de pessoas mal educadas como as que temos aqui em MS.
Um Abraço
 
Jose Batista em 23/01/2014 14:12:27
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