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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

20/06/2013 09:17

Polícia convoca para depoimento seguranças de show no Jóquei

Aliny Mary Dias
Local onde Idenilson foi encontrado morto no dia 19 de maio (Foto: Simão Nogueira)Local onde Idenilson foi encontrado morto no dia 19 de maio (Foto: Simão Nogueira)

Um mês após a morte do jovem Idenilson da Silva Barros, atropelado no estacionamento do Jóquei Clube da Capital, a polícia recebeu a relação dos seguranças que trabalharam no show. Os seguranças começarão a ser chamados nesta quinta-feira (20) e os depoimentos devem começar amanhã.

Segundo o delegado responsável pela investigação, Cláudio Martins, ontem (19) a organização do evento repassou a listagem com os nomes dos 20 seguranças que trabalharam no camarote, local de onde testemunhas viram os funcionários retirando Idenilson contra a vontade dele.

Os seguranças serão chamados ainda hoje e o delegado acredita que parte dos 20 que trabalharam no camarote seja ouvida amanhã. “Estamos com um investigador responsável por ouvir todos eles e esperamos que até semana que vem aqueles que trabalharam no camarote sejam ouvidos”, explica Martins.

Ao todo, 100 seguranças trabalharam no show da dupla Munhoz e Mariano no dia 19 de maio. O grande número de contratados foi um dos motivos que fez com que o delegado pedisse mais tempo para concluir os trabalhos.

Além de ouvir os seguranças, a polícia também está empenhada em encontrar o motorista e o carro que atropelaram o ex-soldado. Com base no laudo pericial, a polícia descobriu que se trata de um Azera.

Causas – Idenilson morreu depois de ser agredido, atropelado e arrastado por cera de 12 metros. As informações são do laudo pericial divulgado no dia 12 de junho.

De acordo com informações apuradas pelo Campo Grande News, marcas que ficaram no local apontam que a vítima foi arrastada por outra pessoa, antes de ser atropelada. Indícios também indicam que o veículo que atropelou o jovem poderia não estar estacionado no Jóquei Clube, já que a peça do carro estava quente e causou queimaduras na vítima.

Outra prova de que Idenilson foi agredido, é que a língua dele tinha marcas de dentes e o corpo apresentava sinais de esganadura no pescoço, características de imobilização.



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