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Campo Grande, Sábado, 23 de Setembro de 2017

17/08/2017 21:10

Prefeitura e Santa Casa 'aparam arestas' sobre atendimento no hospital

Nyelder Rodrigues e Anahi Gurgel
Presidente da Santa Casa frisa que quer manter boa relação com a prefeitura (Foto: Marcos Ermínio)Presidente da Santa Casa frisa que quer manter boa relação com a prefeitura (Foto: Marcos Ermínio)

O diretor-presidente da Santa Casa, Esacheu Nascimento, e o secretário municipal de Governo, Antônio Lacerda, se reuniram na manhã desta quinta-feira (17) na prefeitura de Campo Grande para discutir episódios recentes ocorridos no hospital, entre eles, o de uma equipe do Corpo de Bombeiros que foi barrada com um paciente no portão.

Segundo Esacheu, o encontro aconteceu a pedido do secretário, que também se comprometeu a conversar com o prefeito Marquinhos Trad (PSD) para buscar um melhor relacionamento entre hospital e prefeitura.

"Queremos evitar certos ruídos por pessoas que não querem essa relação saudável entre Santa Casa e prefeitura", frisa Esacheu, que completa. "Essa é uma relação que estamos destinados a ter por muito tempo, enquanto existir o SUS (Sistema Único de Saúde)", finaliza.

O diretor do maior hospital do Estado ainda comenta que, entre os dias 2 e 6 de agosto, mais de 200 ambulâncias tiveram acesso ao hospital e apenas uma delas passou pelo problema de ser barrada. Ele trata a questão como um caso isolado.

"Esse ocorrido foi realmente uma falha de comunicação", diz Esacheu, afirmando ainda acreditar que houve falha na avaliação do paciente, além de falta de paciência do condutor da viatura em que estava.

Sobre os "portões fechados", ele diz que é uma política estabelecida entre hospital e Sesau (Secretaria Municipal de Saúde Pública) e que, na realidade, o portão não impede a entrada, mas sim faz o controle.

Além disso, Nascimento crê que a parceria entre instituições como a Santa Casa e o poder público faz com que a saúde saia mais barata do que com a construção de hospitais próprios do Estado.

"É assim em todo o Brasil. Os municípios não possuem equipamentos para atender toda demanda do SUS. Considero os preços praticados pela Santa Casa como atrativos para se investir nesse contrato, ao invés de construir hospitais públicos e fazer toda a gestão deles", opina o diretor-presidente da Santa Casa de Campo Grande.

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