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Campo Grande, Quarta-feira, 24 de Abril de 2019

25/01/2019 16:23

Prefeitura reforça pedido de R$ 80 milhões para ciclovias e corredor

Equipe do Executivo municipal foi à capital federal reforçar cartas-consultas apresentadas no fim do ano passado

Mayara Bueno
Secretários de Governo, Antônio Lacerda (à esquerda), Rudi Fioresi, da Infraestrutura, e o prefeito Marquinhos Trad. (Foto: Divulgação/PMCG).Secretários de Governo, Antônio Lacerda (à esquerda), Rudi Fioresi, da Infraestrutura, e o prefeito Marquinhos Trad. (Foto: Divulgação/PMCG).

O prefeito de Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD), e o secretário de Infraestrutura, Rudi Fioresi, se reuniram com o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, para reforçar pedidos de recursos que chegam a quase R$ 80 milhões para obras de corredor de ônibus e ciclovias.

As cartas-consultas já foram enviadas em 2018 ao então Ministério das Cidades. Uma delas se refere à construção de corredores de transporte coletivo nas ruas Rui Barbosa, 25 de Dezembro, Alegrete, e avenidas Costa e Silva, Mato Grosso, Coronel Antonino e Consul Assaf Trad. O valor total previsto é R$ 70,2 milhões.

Outro projeto apresentado ano passado e discutido novamente nesta sexta-feira é sobre interligação das ciclovias de Campo Grande. No projeto, o município cita que a cidade possui 80,9 quilômetros de ciclovia, a maioria em volta de parques e canteiros centrais, “relativamente bem distribuídas entre as regiões urbanas”.

Contudo, as faixas exclusivas para quem anda de bicicleta não se interligam e o projeto propõe a obra. Outra justificativa para o projeto é que as ciclovias hoje não representam o caminho mais curto ou de fácil acesso dos moradores do bairro. A ideia é formar uma “rede cicloviária”. O projeto tem preço estimado em R$ 8,8 milhões.

Ambas as proposições foram apresentadas no âmbito do Avançar Cidades, programa federal. A ida à capital federal também foi para confirmar se o projeto continua na nova gestão federal e se as ideias apresentadas por Campo Grande terão continuidade dentro do ministério.

Segundo o secretário Rudi Fioresi, a intenção foi garantir prioridade na análise das cartas-consultas, por isso a visita ainda no primeiro mês de governo. “A informação foi de que vai continuar [programa Avançar Cidades] e que a análise [dos projetos da Captial] também vai seguir”. No entanto, não há qualquer prazo tanto da liberação quanto do início das obras.



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