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Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

25/09/2015 19:00

Presidente de sindicato é acusado de coagir servidores a entrar em greve

Michel Faustino
Presidente de sindicato é acusado de coagir servidores a entrar em greve
Presidente de sindicato é acusado de coagir servidores a entrar em greve

Uma servidora administrativa da Reme (Rede Municipal de Educação), que não quis se identificar, acusa o presidente do Sisem (Sindicato dos Servidores Municipais), Marcos Tabosa, de coagir os servidores que não querem aderir a paralisação que deve ocorrer a partir da segunda-feira (28) caso o município não pague os vales alimentação que, segundo a categoria, estão atrasados há quase um mês.

De acordo com a servidora, muitos questionamentos surgiram depois que houve o indicativo de paralisação. Alguns servidores que estão em estágio probatório, por exemplo, temem represálias. “Além disso o Tabosa tem postado no grupo dos servidores que é pra todo mundo participar, com risco de perder o benefício da bolsa alimentação”, disse.

Em uma dessas conversas, a servidora diz que Tabosa pede para quem não quiser participar da paralisação para que passe no sindicato e faça o pedido para desistir do beneficio que pode chegar a R$190.

“Eu não concordo com a paralisação e também com isso. Acho que ninguém pode sofrer represálias por conta disso. Neste momento eu acho desnecessário”, afirmou.

Já o presidente do Sisem, Marcos Tabosa, nega que tenha qualquer tipo de ação para coagir os servidores, tendo em vista que a paralisação foi definida em assembleia.

“A paralisação é democrática. Aqueles que não querem participar, não irão participar. Outra coisa, o sindicato não tem autonomia de tirar ou dar o benefício pra ninguém. Não existe isso. Quem faz isso é a prefeitura que é quem deve pagar. O sindicato simplesmente fez um contrato junto a Brasil Card. ”, disse.

Conforme Tabosa, o valor deveria ter sido depositado e disponibilizado aos trabalhadores via convênio Brasil Card no dia 26 de agosto, o que segundo ele não foi feito. A partir de sábado serão dois benefícios pendentes, piorando a situação do poder público perante os funcionários.

Segundo o sindicalista, a prefeitura ainda deve aos funcionários o vale de maio, que em acordo com a categoria foi parcelado em três vezes a partir de outubro.

A assessoria de imprensa da prefeitura ficou de dar um retorno ao Campo Grande News a respeito dessa situação, mas até o fechamento desta matéria não houve resposta.

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Continuando comentário anterior: Tudo leva a crer que nesse contrato "vale alimentação", o objetivo real está nos bastidores. Alguém e mais alguns estão sendo beneficiados, não com R$ 190,00 mas com uma gorda comissão! Lembrem-se que na época da greve dos Professores o então prefeito, tentou "N" vezes convencê-los a aceitar o vale alimentação, no lugar do aumento salarial.
 
Sentinela em 26/09/2015 09:03:35
Esse Sr. não merece nenhum crédito. Na época do Olarte, agitava e depois se pendurava no "s..." do mesmo.Disse que o Sindicato somente fez um contrato com a Brasil Card. Será que nessa negociação alguém teria alguma vantagem por fora? Ele diz que dia 26 de Agosto o valor teria que ter sido disponibilizado aos servidores! Justamente quando Bernal tinha acabado de ser reempossado? Será que o "queridinho", dele, teria pago esse valor em dia?Abaixo vejam final de matéria onde esse "cavalheiro", segundo esse jornal, declara em ato dos agentes de saúde,que iria apoiar Olarte.
...Ao final do manifesto, Tabosa reiterou o apoio ao prefeito. “A categoria vai defender o senhor e sempre vamos apoiá-lo”, garantiu ele, enquanto os manifestantes gritavam o nome de Olarte, em apoio ao Prefeito (20/08/15)
 
Sentinela em 25/09/2015 21:39:52
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