ACOMPANHE-NOS     Campo Grande News no Facebook Campo Grande News no Twitter Campo Grande News no Instagram
ABRIL, DOMINGO  21    CAMPO GRANDE 23º

Capital

Preso, lutador que matou segurança com soco pede habeas corpus

Nadyenka Castro | 30/03/2011 08:07

Liberdade foi negada em 1º grau

Christiano prestou depoimento na última segunda-feira e saiu com o rosto escondido ao lado do advogado. (Foto: João Garrigó)
Christiano prestou depoimento na última segunda-feira e saiu com o rosto escondido ao lado do advogado. (Foto: João Garrigó)

Preso desde o último dia 19 quando matou o segurança Jefferson Bruno Escobar, 23 anos, o lutador de jiu-jitsu Christiano Luna de Almeida, de 23 anos, tenta mais uma vez sair da cadeia.

A defesa dele protocolou nessa terça-feira pedido de habeas corpus ao TJ/MS (Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul).O relator do pedido é o desembargador Manoel Mendes Carli da 2ª Turma Criminal.

Este é o segundo pedido de liberdade feito pela defesa de Christiano. O primeiro foi negado pelo juiz da 3ª Vara Criminal, Ivo Salgado da Rocha, no dia 21, dois dias após ser autuado em flagrante.

O rapaz, que é bacharel em Direito, agrediu o segurança ao ser retirado de uma casa noturna na avenida Afonso Pena após iniciar uma confusão com um garçom no interior do local, por volta da 1h30min do dia 19 deste mês.

Christiano foi autuado em flagrante por lesão corporal seguida de morte, no entanto, no decorrer das investigações, a Polícia Civil verificou que ele teve intenção de matar o segurança e por isso foi indiciado por homicídio doloso.

Segundo as investigações, imagens do circuito interno da casa noturna mostram que Christiano agrediu Jefferson mesmo após este o ter alertado que estava passando mal. Além disso, uma testemunha ouviu quando o acusado disse que não se importava com o trabalhador.

Em depoimento à Polícia Civil segunda-feira (28), Christiano chorou, disse que não teve intenção de matar Jefferson e que gostaria de se retratar.

Christiano foi preso a uma quadra da casa dele, no bairro Chácara Cachoeira, pela PM (Polícia Militar).

Nos siga no Google Notícias