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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

18/03/2016 15:55

Protesto na porta da TV Morena tem com pouca gente e ato contra Globo

Waldemar Gonçalves e Viviane Oliveira
Manifestação na rua da entrada lateral da TV Morena, na tarde desta sexta (Foto: Alan Nantes)Manifestação na rua da entrada lateral da TV Morena, na tarde desta sexta (Foto: Alan Nantes)

Começou pouco antes das 16h manifestação de movimentos sociais ao lado da sede da TV Morena, na Rua Santana, próximo ao cruzamento com a Avenida Eduardo Elias Zahran, em Campo Grande. Até o fechamento deste texto, eram poucos manifestantes, que gritam palavras de ordem contra a emissora de televisão e o que chamam de golpe político, e há lentidão no trânsito nos dois sentidos da Zahran.

“Se o golpe se concretizar, serão anulados todos os direitos adquiridos, as conquistas dos trabalhadores”, diz o presidente da CUT (Central Única de Trabalhadores) em Mato Grosso do Sul, Genilson Duarte. Além desta entidade, também participam da manifestação outras associações sindicais e movimentos sociais, todas ligadas ao Partido dos Trabalhadores.

O manifesto não se diz necessariamente favorável a Dilma Rousseff, a Lula e ao PT, mas “em defesa da democracia e contra o golpe”. Na entrada lateral da sede da TV Morena a segurança foi reforçada, mas não há informações oficiais da empresa neste sentido.

“Entendemos que a Globo assumiu o lado do golpe. A imprensa tem que noticiar os fatos, mas a Rede Globo tem convocado a população a ir para a rua, emitindo a opinião dela”, diz o dirigente da CUT. Em um carro de som, manifestantes também fazem gritos de ordem contra a emissora de televisão: "a verdade é dura, a Rede Globo apoiou a ditadura".

Equipes da Polícia Militar e da Agetran (Agência Municipal de Trânsito) acompanham o protesto, que não tem hora para acabar. O cruzamento da Zahran com a Rua Santana está bloqueado, o que deixa o trânsito lento nos dois sentidos da avenida ao longo de pelo menos duas quadras.

Genilson disse, também, que é favorável às demais manifestações, que segundo ele fazem parte do sistema democrático. Mas, que a CUT tem recebido denúncias de trabalhadores sendo obrigados “pelos patrões” a participar de protestos contra o governo do PT.

“Aqui não tem cor. Vem quem quer. É um absurdo fechar as lojas do Centro. A luta contra a corrupção é contra todos, não só contra Dilma e Lula”, pontua o líder da CUT em MS.




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