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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

06/05/2015 09:38

Sem-terra invadem prédio do Incra e exigem retomada da reforma agrária

Priscilla Peres e Filipe Prado
Cerca de 400 pessoas ocupam prédio onde ´é a sede do Incra. (Foto: Filipe Prado)Cerca de 400 pessoas ocupam prédio onde ´é a sede do Incra. (Foto: Filipe Prado)

Cerca de 400 integrantes de movimentos sindicais rurais ocuparam a sede do Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) em Mato Grosso do Sul, nesta manhã. Eles reivindicam a retomada da reforma agrária e exigem a presença de um representante federal para iniciar as negociações.

O Incra está localizado no prédio do antigo Shopping Marrakech, na rua Antônio Maria Coelho com a 25 de dezembro e para concretizar o protesto, os manifestantes se dividem no térreo e os três andares, até a entrada do instituto.

Elevadores e escadas estão fechados e os funcionários do Incra deixaram o prédio. Servidor, que preferiu não se identificar, disse que um decreto federal determina que eles deixem o trabalho em casa de invasões por medida de segurança.

Os manifestantes afirmam que não tem data para deixar o prédio e que aguardam a presença de um representante federal, para continuar o processo de reforma agrária, parado há quatro anos, segundo eles.

Participam do protesto, representantes do MST (Movimento Sem Terra), Fetagri (Federação dos Trabalhadores de Agricultura de MS) e o MCLRA (Movimento Campones de Luta da Reforma agrária).

Marcha - Um grupo de 700 pessoas saíram em marcha de Anhanduí na sexta-feira (1) e chegaram ontem a Campo Grande, onde estão realizando uma série de protestos. A "Marcha da classe trabalhadora" quer chamar a atenção contra a PEC 215, ligada à demarcação de terras indígenas, e ao PL 4330, que é o projeto de lei da terceirização, além de argumentar contra a redução da maioridade penal.

Os participantes também pedem agilidade nos processos de reforma agrária popular e na demarcação de terras indígen

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Agora o governo não toca eles como fez com os caminhoneiros que são trabalhadores honestos, esse povo aí não faz nada, só pede, pede e pede, atrapalha a vida de todo mundo, não paga imposto de nada, a população devia se unir e todos virarmos sem terra, aí o país quebrava em dois dias, o governo não dá valor pra trabalhador.
 
Max em 06/05/2015 10:59:39
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