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Campo Grande, Terça-feira, 19 de Setembro de 2017

14/09/2017 22:17

Semadur diz que ações contra ambulantes irregulares são rotineiras

Guilherme Henri
Agentes ficalizadores da Semadur em ação no Centro (Foto: Direto das Ruas/ Felipe Barreto)Agentes ficalizadores da Semadur em ação no Centro (Foto: Direto das Ruas/ Felipe Barreto)

A Semadur (Secretaria Municipal do Meio Ambiental e Gestão Urbana) esclareceu que ações como a de confiscar as mercadorias de quem trabalha informalmente no Centro são rotineiras e fazem parte de seu papel perante a legislação.

Na manhã desta quinta-feira (14), ficais da secretaria um “rapa” nos vendedores ambulantes e na, segundo testemunhas, até quem vende cartelas de morango em semáforos não conseguiu escapar.

Por meio de nota, a secretaria explicou que “está cumprindo o seu papel de orientar e fiscalizar o cumprimento da legislação visando garantir a acessibilidade do cidadão nos passeios públicos. Quanto à área central foram notificados os vendedores ambulantes que encontravam-se irregulares”.

Ainda conforme a secretaria, a ação estará amparada pelo Artigo 5º da Lei 2.909 que dispõe que “é vedada a utilização dos logradouros públicos para atividades diversa daquelas permitidas neste código".

“Rapa” - De acordo uma adolescente de 16 anos, que prestava serviço, em um carrinho de açaí, na rua Dom Aquino com a rua 14 de Julho, os funcionários da secretaria estavam acompanhados de policiais.

“Eles não pediram documentação nenhuma e apenas disseram 'perdeu perdeu, carrega aqui' apontando o carrinho que trabalhava para outros funcionários o carregarem para uma caminhonete”, disse.

A ação segundo a adolescente, foi truculenta, pois ela não teve nem a chance de retirar seus pertences pessoais que estavam no carrinho. “Tive que correr e puxar minha bolsa para que ela também não fosse levada. Eles estavam rindo e levaram tudo”, detalha.

Ação - Além do carrinho de açaí, outros ambulantes também foram alvo da operação, como um vendedor de água de coco, um rapaz que estava com toalha estendida vendendo meias, quiosques improvisados e até um menino que vendia cartelas de morango no semáforos.

“Ficamos com muita dó, pois quando encostaram a caminhonete perto do menino os agentes começaram a colocar tudo na caminhonete da secretaria e ele brincou que 'eram clientes muito bons'”, disse outro vendedor, que preferiu ter a identidade preservada.

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