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Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

17/07/2012 17:18

Suspeito de matar PM nega crime e é transferido para penitenciária

Luciana Brazil e Nadyenka Castro
João Claudio Portilho nega crime e é transferido para complexo penitenciário. (Fotos:Simão Nogueira)João Claudio Portilho nega crime e é transferido para complexo penitenciário. (Fotos:Simão Nogueira)

O segurança João Cláudio Portilho, 36 anos, negou a participação no assassinato do policial militar da reserva Humberto Aparecido Rolom, 40 anos, crime ocorrido em outubro do ano passado, em uma borracharia, em Campo Grande. Na tarde de hoje, João Claudio foi transferido para o complexo penitenciário da Capital.

Ele foi preso em Ponta Porã, na última sexta-feira (13), suspeito de ter atirado no PM. Ele negou o crime e afirmou que estava trabalhando no momento em que Humberto Aparecido foi morto.

Portilho foi indiciado por homicídio doloso. A Polícia investiga ainda quem pilotava a moto no dia do assassinato e ainda, se houve um mandante para o crime.

A Polícia chegou a Humberto depois de analisar as imagens do circuito interno de segurança de uma farmácia, que fica ao lado da borracharia, além de colher depoimentos, conforme explicou o delegado João Paulo Sartori, da 4°DP (Delegacia de Polícia).

O delegado Devair Aparecido Francisco, também do 4°DP, reforçou ainda que várias diligências foram feitas em Ponta Porã até que ele fosse encontrado. Ele frisou o fato dos disparos terem sido feitos por alguém que sabia atirar. Os disparos acertaram as costas, lado esquerdo.

A polícia informou ainda que a vítima e o suspeito eram amigos desde criança. “João Cláudio considerava a vítima como um primo”, disse o delegado Devair.

A polícia vai investigar também o envolvimento do PM com a morte de familiares de João Claudio em 2002.

Crime: O crime aconteceu em uma loja de pneus na rua Spipe Calarge com a avenida Interlagos, na Vila Albuquerque. Dois homens em uma moto pararam em frente à farmácia, o garupa desceu e, sem capacete, se dirigiu a borracharia.

Ele efetuou cinco tiros à queima roupa contra as costas do PM que estava agachado vendo um pneu.



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