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Campo Grande, Terça-feira, 13 de Novembro de 2018

11/04/2011 18:40

UFMS afirma que vai instalar câmeras e ampliar vigilância no campus

Jorge Almoas

Na manhã de hoje, uma estudante de Química foi vítima de estupro dentro da universidade

Local onde a estudante foi estuprada poderá ser interditado (Foto: João Garrigó)Local onde a estudante foi estuprada poderá ser interditado (Foto: João Garrigó)

Após reunião com o DCE (Diretório Central de Estudantes), reitoria e polícia civil, a UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) informou que vai ampliar o período de vigilância dentro do campus, além de agilizar o projeto de instalação de câmeras.

Próximo ao local onde a estudante de Química foi estuprada na manhã de hoje há um posto de vigilância. Porém, o local funciona das 11 às 23 horas, período considerado de maior fluxo de pessoas no local.

Uma das medidas anunciadas hoje pela reitoria da UFMS será a ampliação do horário de funcionamento do posto de vigilância, passando para o período das 6 às 24 horas. A ronda no campus também será reforçada.

Outra ação imediata será o isolamento do local do estupro com um alambrado, além da avaliação dos riscos do local, com possibilidade de interdição. A UFMS estuda agilizar o projeto de instalação de câmeras.

Segunda o vice-reitor, João Ricardo Tognini, a universidade está adotando medidas até mesmo para diminuir ou evitar o trânsito de acadêmicos em locais considerados críticos na UFMS.

Na tarde de hoje, cerca de 100 estudantes realizaram protesto sobre a segurança na UFMS, fechando a Avenida Costa e Silva. A mobilização causou tumulto.



É bem coisa de brasileiro, depois de a porta arrombanda é qque se lembra de trocar a fechadura, precisou esperar acontecer um fato como este para se tomar providencia com relação à segurança dos estudantes. O povo brasileiro precisa aprender encarar a realidade de nossos dias atuais, vivemos em mundo sem Deus, onde a maldade perdura nos corações da humanidade ingnorante, e que pessoas inocentes pagam suas vidas e outras levam para sempre um amargo trauma de algo horrendo que sofre. ACORDA BRASIL
 
wilson costa em 12/04/2011 08:58:25
Desde 1995, quando passei a frequentar a UFMS, ouço promessas sobre melhorar a segurança no campus. A universidade cresceu, expandiu seus departamentos e pouca coisa foi realizada no sentido de coibir o acesso de meliantes ao local. Infelizmente isso acontece cada vez mais e os alunos continuam correndo risco de morte, estupros e violências de todos os tipos. Ainda vai acontecer uma tragédia maior e só assim que os administradores vão fazer algo.
 
Angelo Mateus em 12/04/2011 08:18:37
Boa idéia! Aí, quando for a noite (que é o horário mais perigoso e menos vigiado) elas não vão gravar nada, pois os trechos críticos como esse em que essa menina foi violentada, não possuem iluminação!
Que boa idéia minha UFMS, que boa idéia...
Parabéns ao Campo Grande news pela cobertura dos fatos!
 
Adriano F. Lópis em 12/04/2011 07:14:44
Isso demonstra a falta de conhecimento do MEC sobre a extensão do Campus da UFMS. Tem que ser autorizado urgentemente um concurso público ou envio de verbas que possibilitem algo que atenda a segurança dos alunos. Sugiro a discussão da UFMS e os acadêmicos para criação de um meio de transporte interno da universidade, objetivando deslocamento dos alunos até os laboratórios, já que esses ficam no outro extremo da universidade, avaliar uma programação de turnos dessas aulas e horários disponiveis para circulaçao desse veiculo por exemplo.
 
Marcelo Rodrigues Marin em 12/04/2011 01:32:14
Ufa!!!até que um dia acordaram para a realidade,depois de tantos traumas e muito sofrimentos para algumas jovens.
 
neyde de oliveira em 11/04/2011 08:09:21
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