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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

27/06/2010 10:21

Cratera faz 6 meses com 20% das obras prontos

Redação

Seis meses depois da abertura de uma cratera que interrompeu o tráfego na Rua Ceará, em Campo Grande, apenas 20% das obras para reconstrução da área foram concluídos. Dos R$ 22,5 milhões destinados à recuperação do local, foram investidos até o momento, R$ 2,5 milhões.

As informações são do engenheiro da Seinthra (Secretaria Municipal de Infraestrutura, Transporte e Habitação), responsável pela obra, Francisco Torres Martinez.

"Não estamos vendo reparo algum", reclama o síndico do condomínio Cachoeirinha, Ricardo Fernandes. O residencial perdeu a área de lazer, que foi tomada pela cratera dois meses depois da chuva ocorrida em 27 de dezembro, quando o buraco se abriu na Rua Ceará.

O responsável pela obra explica que, para iniciar as obras que transformarão o cenário no local, são necessárias intervenções estruturais. Serão construídas galerias de concreto para suportar o fluxo de água da chuva.

Os fundos das galerias estão prontos e faltam as paredes e as coberturas. Segundo o engenheiro, a estrutura para cobrir a galeria será colocada com um guindaste.

O curso do córrego Prosa foi desviado para as obras, já que a água compromete os trabalhos no local.

O cronograma prevê que as obras sejam concluídas em seis meses. Conforme o engenheiro, este é o prazo mesmo que ocorram novas chuvas.

De acordo com o responsável pela obra, é possível manter o cronograma mesmo que apenas 20% das obras estejam concluídas. "Esta é a parte mais difícil. Os trabalhos de execução e contenção", completa.

De todo o projeto, que prevê a construção de quatro alças para ligar a Rua Ceará à Avenida Ricardo Brandão, apenas uma alça está liberada para liberar o tráfego de veículos para quem segue da Ceará em direção ao Shopping Campo Grande.

"Houve um ganho em nível viário com estas quatro alças", justifica o engenheiro.

Sem laudos - Moradores do Condomínio Cachoeirinha aguardam a conclusão dos laudos feitos no local para apontar o que causou a destruição no residencial. Ação judicial cobra a realização dos testes.

"Enquanto não tiver laudos não posso pensar no que pode ser feito, ressalta o síndico do condomínio, que tem 80 apartamentos.

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