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Campo Grande, Sexta-feira, 21 de Setembro de 2018

16/12/2017 08:54

Duplicação da Euler será entregue só em janeiro de 2018, diz secretário

A avenida passa por obras de duplicação e recapeamento, além de outros reparos, desde julho de 2016

Mayara Bueno
Caminhões na Euler de Azevedo na manhã deste sábado. (Foto: Paulo Francis).Caminhões na Euler de Azevedo na manhã deste sábado. (Foto: Paulo Francis).

A duplicação da avenida Euler de Azevedo, em Campo Grande, será entregue à população em janeiro de 2018. O novo prazo foi estimado pelo secretário de Infraestrutura, Marcelo Miglioli, que justificou o atraso no volume de chuva dos últimos 60 dias.

A obra contempla 4,5 km (quilômetros) a partir do entroncamento com a avenida Presidente Vargas até o anel viário na MS-080 e é tocada pelas empresas Anfer e São Luiz, cada uma responsável por um trecho. Quando foi autorizada em julho de 2016, a intervenção tinha prazo para término em julho deste ano, período que foi adiado pelo menos duas vezes.

"Nós trabalhávamos com o objetivo muito forte de entregar a Euler no Natal. Era o nosso pensamento. Agora, todo mundo há de convir que choveu muito nestes últimos 60 dias. Foi algo que não esperávamos".

Obras e muro de contenção na avenida. (Foto: Paulo Francis).Obras e muro de contenção na avenida. (Foto: Paulo Francis).

Contudo, afirma que a obra "está praticamente pronta", restando apenas alguns trechos de asfalto para serem finalizados. "Quem passa por lá verifica isso, mas como queremos entregar uma obra 100% acabada e não fazer correções depois, nós vamos ter de aguardar janeiro".

Ainda de acordo com o titular, o que ainda resta concluir da obra não atrapalha as pessoas que trafegam pelo local.

O Campo Grande News esteve na manhã de hoje no local da obra, onde caminhões e máquinas estão no canteiro e acostamento da via. O trânsito flui sem problemas.

Custos - Os dois contratos firmados em fevereiro de 2016 custaram 14,7 milhões. Este preço já foi reajustado três vezes, elevando em pelo menos R$ 17 milhões.

Miglioli justificou que o reajuste é uma cláusula contratual, que "o Estado tem de pagar". "As empresas não têm como trabalhar com preços deficitários".



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