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Campo Grande, Segunda-feira, 15 de Outubro de 2018

10/08/2018 10:16

Escolas que suspenderam aulas em apoio a protesto deverão repor no fim de semana

Adesão é facultativa e, por isso, não há número total de unidades que suspenderam as atividades

Danielle Valentim
Protesto na manhã desta sexta-feira (10) na Praça do Rádio Clube. (Foto: Bruna Kaspary)Protesto na manhã desta sexta-feira (10) na Praça do Rádio Clube. (Foto: Bruna Kaspary)

As escolas públicas da Reme (Rede Municipal de Educação) e do Estado que apoiaram o protesto nacional “Dia do Basta”, nesta sexta-feira (10), deverão repor as aulas no fim de semana. As unidades do município terão expediente no sábado (18) e do governo aguardam o encerramento do dia para determinarem uma data.

Conforme a assessoria de imprensa da Prefeitura, a Semed já estabeleceu a data de 18 de agosto para reposição das aulas. Também foi orientado aos professores e unidades escolares que optaram pela adesão ao movimento, que enviassem comunicados às famílias dos alunos já no início da semana.

Já o Governo, informou que a data para substituição depende do planejamento escolar de cada unidade e pode ser designada para um final de semana, por exemplo. No momento, a assessoria levanta o quantitativo de escolas em andamento e após a averiguação, a coordenadoria de gestão escolar orientará sobre as reposições.

A adesão é facultativa e, por isso, não há número total de unidades que suspenderam as atividades.

Nesta manhã, a Escola Municipal Elpidio Reis e a Estadual José Maria Hugo Rodrigues, ambas na Mata do Jacinto, estão entre os estabelecimentos que não funcionam hoje.

Já nas escolas estaduais Henrique Cirilo Corrêa no Bairro Cruzeiro e Maria Eliza Bocayuva Correa da Costa na Vila Margarida foram dispensadas as crianças do ensino fundamental para uma reunião interna. Os alunos do ensino médio estudam normalmente.

Protesto - O “Dia do Basta” em todo o Brasil ocorre em protesto à onda de desemprego crescente, ao aumento do preço do gás de cozinha e dos combustíveis, de retirada de direitos da classe trabalhadora, e a entrega das empresas publicas ao capital estrangeiro.

Os movimentos sindicais pontuam que o país enfrenta uma econômica sem perspectiva de crescimento; aumentos exagerados de impostos; flagrantes de corrupção; desmonte dos centros tecnológicos de pesquisa; aprovação de leis que congelam por duas décadas os investimentos em políticas publica (saúde e educação), na educação, o desmonte, na saúde, o aumento no índice da mortalidade infantil e a volta de doenças que já estavam sendo erradicadas no Brasil.



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