A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Segunda-feira, 11 de Dezembro de 2017

19/05/2013 08:37

Fila de transplante de coração volta a "andar" na Santa Casa

Nadyenka Castro
 Cleonice Maria Xavier Ribeiro, 47 anos, deixando o hospital Cleonice Maria Xavier Ribeiro, 47 anos, deixando o hospital

O cansaço, a dificuldade em andar e fazer os serviços domésticos levaram a dona de casa Cleonice Maria Xavier Ribeiro, 47 anos, a procurar um médico no início de 2012 e descobriu que o tamanho de um lado do coração estava grande demais e seria necessário um novo órgão.

Nesse momento, o desespero pairou na família que mora em um sítio de Iguatemi, distante 466 quilômetros de Campo Grande. Mas logo ela passou a ser atendida pela equipe médica de Cardiologia da Santa Casa, colocou um marcapasso e no fim de março teve mais uma conquista  por mais tempo de vida.

“Me ligaram falando que tinha um coração, eu quis e vim fazer a cirurgia”, diz Cleonice,ao receber alta, 58 dias após a cirurgia que fez até o pai dela passar mal. “Meu pai me viu com aqueles aparelhos e precisou de ajuda”, lembra.

A dona de casa foi a segunda paciente de transplante cardíaco desde que o serviço foi reativado, em fevereiro deste ano, após oito anos parado. O coração novo veio de um adolescente, vítima de acidente, que também doou outros órgãos, como córneas e fígado.

Emocionado, o marido de Cleonice, Antônio da Silva, 50 anos, diz que “não esperava que fosse acontecer tão rápido” e que o resultado “foi muito bom”. O casal tem quatro filhos, o mais novo com 11 e o mais velho com 31.

Cleonice elogiou o atendimento recebido na Santa Casa. “Os médicos foram muito bons. Eram minha família”.

O médico residente Eduardo Valentin explica que é difícil encontrar coração compatível com quem precisa de transplante e aceite a cirurgia. O caso de Cleonice teve todas as condições necessárias e por isso ela não ficou mais tempo na fila. “O pronto socorro nos avisou da morte do adolescente, vimos que era compatível com ela e ela aceitou”, diz.

Valentin explica que agora, a dona de casa vai precisar tomar medicamentos para que o corpo não ‘expulse’ o novo coração e só são permitidas as atividades físicas mais leves.

União vai investir R$ 10 milhões para capacitação em transplantes
O governo federal prevê investimentos de R$ 10 milhões destinados a centros de referência em transplantes interessados em capacitar unidades que aind...
Estado não realiza transplantes de coração há 5 anos
Os transplantes de coração não são realizados em MS desde 2005. A habilitação da Santa Casa, requerida pelo Ministério da Saúde para que hospitais re...


Bom dia,fico triste em ver a reportagem,e como os artista falam mesmo,ele retorcem as coisas,primeiro que minha mora num sitio em Ivinhema MS e nao em Iguatemi como descreveram,e depois o casal nao tem quatro filhos,sim eu sou filha dela a caçula,do primeiro casamento dela de 3 filhos,eu tenho 28 como poderia ser dos dois,se a midia nao tem o que escrever coloca somente a situação de saude dela e nao envolve a historia familiar....deixo claro que tenho respeito pela minha mae e pelo meu padrasto,mais me incomodou muito vcs descreverem eu como FILHA DO CASAL!!!!!!!!!! sou filha dela e quero que respeitem a memoria do meu adoravel papai..........
 
Cassia Sobrinho Pirozi em 22/05/2013 07:47:42
Parabéns Dona Cleonice, a senhora foi guerreira, muito forte. Foi um prazer participar de sua recuperação. Grande Abraço e muita proteção.
 
Christian Fernandes Nantes em 20/05/2013 06:28:02
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions