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Interior

Corumbá vai demorar uma semana para contabilizar prejuízos da chuva

Por Ricardo Campos Jr. | 14/01/2017 10:17
Equipes da prefeitura fazendo limpeza das ruas de Corumbá após a chuva (Foto: Anderson Gallo/Diário Corumbaense)
Equipes da prefeitura fazendo limpeza das ruas de Corumbá após a chuva (Foto: Anderson Gallo/Diário Corumbaense)

A prefeitura de Corumbá, a 419 quilômetros de Campo Grande, vai demorar pelo menos uma semana e meia para concluir o levantamento das causas dos alagamentos e outros transtornos causados pelo temporal que atingiu o município na quinta-feira (12). O secretário Municipal de Infraestrutura e Serviços Públicos, Ricardo Campos Ametlla, afirma que a análise possibilitará o desenvolvimento de projetos para evitar que a situação se repita futuramente.

“Com esse mapeamento nós tiramos algumas medidas e dimensões técnicas para que nós possamos desenvolver os projetos. Esses projetos vão nos dizer a magnitude do valor que deve ser empregado”, afirmou ao Campo Grande News.

Equipes do município ainda estão nas ruas limpando a sujeira acumulada após o escoamento da enxurrada. A área no entorno do Porto Geral, em um lugar conhecido como Beco da Candelária, o tráfego já foi retomado após as águas do rio invadirem o local, arrancando paralelepípedos que compunham o pavimento.

Cerca de 60 pessoas trabalham na remoção do entulho e assistência às famílias.

Destruição – Em apenas uma hora choveu 70 milímetros, metade do esperado para todo o mês. De acordo com o site Diário Corumbaense, a média de chuva para janeiro na cidade é de 145,8 milímetros. Os Bombeiros registraram 20 pontos de alagamentos na cidade, além da queda de duas árvores sobre duas residências.

Foram mais castigados os bairros da parte alta de Corumbá, localizados na região sul, e o Centro. Este último, conforme o secretário, não era atingido dessa forma pela chuva desde 2004. A água invadiu comércios, bares e restaurantes.

No bairro Cervejaria, um deslizamento da encosta atingiu duas casas, deixando as famílias desabrigadas, sendo encaminhadas aos albergues da prefeitura.

Já nos bairros Cristo Redentor, Guatós e Cravo Vermelho, moradores tiveram prejuízos materiais devido os alagamentos.

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