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Interior

Mulher encontrada morta em área de mata na fronteira é identificada por digitais

Vítima é Adriana Ortiz Carvalho, de 30 anos; corpo apresentava sinais de violência e queimaduras parciais

Por Jhefferson Gamarra e Helio de Freitas, de Dourados | 26/05/2026 18:47
Mulher encontrada morta em área de mata na fronteira é identificada por digitais
Policiais na margem de córrego, onde corpo foi encontrado nesta quarta, em Ponta Porã (Foto: Direto das Ruas)

A mulher encontrada morta no último dia 19 em uma área de mata às margens do Rio São João Mirim, em Ponta Porã, na fronteira com o Paraguai, foi identificada como Adriana Ortiz Carvalho, de 30 anos.

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Adriana Ortiz Carvalho, de 30 anos, foi identificada como a mulher encontrada morta em área de mata às margens do Rio São João Mirim, em Ponta Porã, no dia 19. O reconhecimento foi feito por impressões digitais e confirmado pelo pai. O corpo apresentava cortes no rosto e queimaduras, com traumatismo craniano como provável causa da morte. A Polícia Civil investiga o caso como homicídio.

A identificação foi feita por meio das impressões digitais e, na tarde desta terça-feira (26), familiares estiveram no IML (Instituto Médico Legal) do município para o reconhecimento formal do corpo.

O reconhecimento foi realizado pelo pai da vítima. Conforme apurado, Adriana estava desaparecida havia alguns dias e deixa dois filhos.

O caso havia sido divulgado anteriormente após o corpo ser localizado em um matagal às margens do córrego, no fim da Rua Guia Lopes, na região do Jardim Estoril. Na ocasião, o delegado Lucas Calixto Sampaio Fernandes informou que havia indícios de que a mulher teria sido morta em outro local e posteriormente deixada na área onde foi encontrada.

Os exames periciais apontaram que Adriana apresentava diversos sinais de violência, incluindo cortes na região do rosto e queimaduras parciais. O traumatismo craniano aparece como a principal causa da morte nos levantamentos iniciais, mas a confirmação oficial ainda depende da conclusão dos laudos do IML.

A investigação segue em andamento na Polícia Civil. O caso foi inicialmente registrado como homicídio, mas a tipificação definitiva ainda será definida conforme o avanço das apurações e a conclusão dos exames periciais.