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Interior

Peão é sequestrado em fazenda, mas polícia descarta ação de guerrilheiros

Homem de 46 anos foi levado por bandidos armados de propriedade em Tacuatí, a 180 km de MS

Por Helio de Freitas, de Dourados | 27/07/2021 09:10
Militares paraguaios em zona de atuação de grupos guerrilheiros (Foto: Jornal Hoy)
Militares paraguaios em zona de atuação de grupos guerrilheiros (Foto: Jornal Hoy)

O peão de uma fazenda localizada na região do povoado de Tacuatí, no Paraguai, foi sequestrado nesta segunda-feira (26) por homens armados. Identificado como Juan Carlos Olmedo, 46, ele trabalha na Estância Pindoty, pertencente ao argentino Alfredo Maximiliano Cabezas.

A propriedade fica no Departamento (equivalente a Estado) de San Pedro, a 180 quilômetros de Mato Grosso do Sul. Apesar de a região ser área de forte presença de grupos terroristas como o EPP (Exército do Povo Paraguaio) e a ACA (Agrupación Campesina Armada), autoridades paraguaias descartam envolvimento dos guerrilheiros.

O promotor antissequestro Arnaldo Andrés Argüello afirmou hoje em entrevista coletiva que a principal suspeita é que o peão tenha sido levado por “criminosos comuns”.

Juan Carlos Olmedo foi levado quando estava em uma estrada vicinal perto da fazenda. Ele seguia de moto quando foi abordado e sob a mira de armas colocado em uma caminhonete. A moto foi deixada na estrada.

Segundo o jornal ABC Color, os sequestradores já fizeram contato com os familiares do peão e pediram resgate superior a 200 milhões de guaranis, em torno de 190 mil reais.

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