Polícia e bombeiros fazem buscas à procura de corpo de adolescente
Menina de 16 anos desapareceu há 2 meses; cadela Laika foi levada da Capital para ajudar no trabalho
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Policiais civis e bombeiros fazem buscas nesta terça-feira (29) pelo corpo de uma adolescente de 16 anos, desaparecida há pelo menos dois meses em Dourados, a 251 km de Campo Grande. A ação ocorre em mata às margens de um córrego, na região leste da cidade, com apoio da cadela Laika, cão de elite dos bombeiros. Os policiais receberam informações de que ela teria sido assassinada e enterrada no local, mas o delegado Lucas Albé Veppo afirmou que não há confirmação do crime.
Policiais civis e bombeiros fazem buscas nesta terça-feira (29) ao corpo de uma adolescente de 16 anos, desaparecida há pelo menos 2 meses em Dourados, a 251 km de Campo Grande. O trabalho ocorre em uma área de mata, nas margens de um córrego localizado entre o Jardim João Paulo II e o Parque das Nações I Plano, na região leste da cidade.
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No local havia uma favelinha que ocupava um terreno público, mas os barracos foram demolidos recentemente pela prefeitura. Mesmo com a demolição, dependentes químicos continuam vivendo na área, dormindo em barracas de acampamento e em colchões ao relento.
As buscas têm apoio da cadela Laika, do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso do Sul. Trazida da Capital para o trabalho, Laika é um dos 10 cachorros do Brasil a possuir as 4 certificações de busca por pessoas desaparecidas e integra o seleto grupo de cães de elite do país. Da raça pastor holandês, Laika participou das buscas às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul, em 2024.
Durante as buscas desta terça-feira em Dourados, Laika percorreu áreas de mata e entrou no córrego, atrás de pistas que possam indicar a possível localização do corpo (veja o vídeo acima).
Coordenada pelo SIG (Setor de Investigações Gerais), da Polícia Civil, a ação foi desencadeada após os policiais receberem informações de que a adolescente teria sido assassinada e enterrada nas imediações da antiga favelinha do João Paulo II.
Laika chegou a apontar um local e permaneceu parada perto da área, indicando que poderia haver alguma pista. As equipes remexeram a terra com enxadas, mas nada foi encontrado. As buscas devem continuar durante todo o dia.
O delegado Lucas Albé Veppo, chefe do SIG, disse que ainda não existe nenhuma confirmação de que a adolescente tenha sido assassinada. Ela era dependente de drogas e perambulava pelo bairro.

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