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Interior

Sete morrem em confronto com o Garras

Os sete mortos seriam integrantes do PCC; foram apreendidos dois fuzis, cinco pistolas e dois veículos roubados na ação

Por Adriano Fernandes e Helio de Freitas | 11/01/2021 22:30
Hospital Regional de Ponta Porã, para onde foram levados os criminosos que acabaram morrendo. (Foto: Direto das Ruas)
Hospital Regional de Ponta Porã, para onde foram levados os criminosos que acabaram morrendo. (Foto: Direto das Ruas)

Sete integrantes da facção criminosa PCC (Primeiro Comando da Capital) foram mortos em confronto com policiais do Garras (Delegacia Especializada Repressão a Roubos a Banco, Assaltos e Sequestros) na noite desta segunda-feira (11), em Ponta Porã, cidade a 323 quilômetros de Campo Grande. A Polícia Civil de Ponta Porã também participou da ação.

Conforme apurado pela reportagem, o confronto ocorreu em uma residência usada como esconderijo pelos bandidos, próximo à Uems (Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul), entre a saída para Dourados e o Bairro Julia de Oliveira Cardinal. Haviam oito criminosos na casa.

Dois teriam fugido pelos fundos do endereço e um deles morreu em confronto com o DOF (Departamento de Operações de Fronteira). A polícia, no entanto, ainda apura se o suspeito estava mesmo na casa do PCC. Os feridos chegaram a ser levados para o Hospital Regional de Ponta Porã, mas morreram logo em seguida. 

Na residência usada pelo bando, também foram apreendidas seis armas, sendo cinco pistolas e dois fuzis, além de dois carros roubados. A perícia da Polícia Civil está no local e ainda não há identificação dos mortos. Mais detalhes sobre a operação ainda não foram divulgados.

Fronteira em guerra - O confronto ocorre menos de dois dias após a tentativa frustrada de resgatar Giovanni Barbosa da Silva, 29, o “Bonitão do PCC” em Pedro Juan Caballero, cidade paraguaia que é vizinha de Ponta Porã.

No atentado, cerca de 40 homens armados com pelo menos 30 fuzis chegaram atirando na sede do Departamento de Investigações da Polícia Nacional, para onde Giovanni foi levado após ser preso horas antes em uma caminhonete blindada. Houve tiroteio e um policial paraguaio foi feito refém. Um homem que passava pelo local do ataque foi baleado e está internado.

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