Travesti era gerente de bar e foi morta em discussão por pagamento de conta
Erick Lacerda Chagas se apresentou na delegacia e confessou o crime que aconteceu na madrugada de sexta-feira
Uma discussão motivada pelo desacordo no valor da conta de consumo foi o estopim para o assassinato da travesti Kelly Laura, de 44 anos, na madrugada da última sexta-feira (15), no Centro de Nova Andradina, a 298 km de Campo Grande. A vítima, que gerenciava o bar onde o crime ocorreu, chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos.
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Erik Lacerda Chagas, de 32 anos, se apresentou à polícia no domingo (17), acompanhado pelo advogado Henaglyton Corneto, e confessou o crime, segundo o delegado Caio Bicalho, responsável pelo caso.
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Conforme o boletim de ocorrência, o desentendimento começou por volta das 2h40, no bar localizado na Rua Espírito Santo. Erik consumia bebidas no local acompanhado de outras pessoas e, ao decidir fechar a conta, iniciou um bate-boca com a gerente por não concordar com os valores cobrados.
Apesar da discussão no balcão, o homem efetuou o pagamento e deixou o comércio. No entanto, minutos depois, ele retornou armado com um revólver. Ele invadiu o local e disparou cerca de cinco vezes contra a gerente, que tentou correr para os fundos do imóvel, onde residia, mas foi atingida na face, no dorso e na lateral do tórax.
Kelly Laura foi encontrada pela Polícia Militar deitada em uma cama e socorrida pelo Corpo de Bombeiros ao Hospital Regional. O quadro de saúde se agravou e ela acabou não resistindo aos ferimentos e morreu na unidade médica.
O autor fugiu logo após os disparos em um Toyota Corolla prata. A Força Tática localizou o veículo e um dos homens que estava com o atirador, que preferiu ficar em silêncio. Horas mais tarde, familiares do envolvido procuraram a delegacia e identificaram Erik como o responsável pela discussão e pelos tiros.
Com isso, o delegado responsável pelo caso representou pela prisão preventiva de Erik que se apresentou na delegacia e confessou o crime. Ele teve a ordem judicial cumprida e o caso segue sendo apurado como homicídio qualificado.
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