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31/08/2016 16:37

Mato Grosso do Sul inicia em setembro ações contra mosquito Aedes aegypti

Christiane Reis
Aedes Aegypti transmite a dengue, a febre chikungunya e zika vírus. (Foto: Divulgação)Aedes Aegypti transmite a dengue, a febre chikungunya e zika vírus. (Foto: Divulgação)

O governo do Estado divulgou que as ações para combater o mosquito Aedes Aegypti, transmissor da dengue, febre chikungunya e zika vírus, vão começar em setembro. O intuito é iniciar os trabalhos antes do período de chuva em Mato Grosso do Sul. Com 58.136 notificações, índice considerado alto, em 2016 e com a queda das notificações devido ao frio, a maior preocupação está voltada aos ovos que foram depositados durante o período de alta incidência e que podem eclodir durante as chuvas. De acordo com o coordenador estadual de controle de vetores, Mauro Lúcio Rosa, a antecipação das ações busca eliminar estes ovos depositados para que não haja risco de uma epidemia.

“Estamos intensificando os trabalhos de eliminação de focos e dos locais que possam se tornar criadouros do mosquito. Como tivemos uma alta incidência de dengue neste ano, os ovos que estão depositados e ainda não foram eliminados têm grandes chances de já estarem com o vírus da doença. Por isso estamos nos empenhando para acabar com estes focos antes que comece o período de chuva e é importante que a população tenha esta consciência também”, destacou o coordenador.

Além das ações em campo, a SES-MS (Secretaria de Estado de Saúde de Mato Grosso do Sul) conta com a atuação da sala de situação, um centro de informações, desenvolvido para armazenar informações e designar as estratégias para o combate aos focos do mosquito de forma automatizada. Por meio das informações repassadas pelos agentes de saúde durante a visita a cada imóvel nos municípios, a sala de situação consegue monitorar e identificar as áreas de maior incidência, podendo assim acionar as autoridades em saúde municipais para uma ação mais direta.

Como principal centro de ações no combate ao mosquito Aedes Aegypti, a sala de situação também conta com a atuação de instituições parceiras que prestam suporte aos trabalhos de identificação de possíveis focos do Aedes. Ao todo, 35 instituições como Ministério Público Estadual, Corpo de Bombeiros, Tribunal de Justiça e Secretaria de Educação integram um Comitê Estadual de Enfrentamento ao Aedes Aegypti e também atuam como uma expansão dos trabalhos da sala de situação, desempenhando em seus setores as ações de fiscalização para possíveis focos do mosquito.

Teste de vacinas - O Instituto Butantan, responsável pela produção de importantes vacinas no País, começa em Campo Grande, nesta quinta-feira (1), os testes da vacina contra a dengue. O início dos trabalhos será na UBS (Unidade Básica de Saúde), do bairro Coophavila II, às 10h30.

Participam do evento o governador do Estado, Reinaldo Azambuja, o secretário de Estado de Saúde, Nelson Tavares, o diretor do Instituto Butantan, Jorge kalil, o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin e o secretário de Saúde de São Paulo, David Uip.

Na Capital, serão 1,2 mil voluntários que já contraíram ou não a doença. Esses pacientes serão supervisionados durante cinco anos e o monitoramento acontecerá de diversas formas, como contatos por telefone ou com agendamento de visitas.

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