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Campo Grande, Domingo, 16 de Dezembro de 2018

31/03/2009 09:42

Médico que socorreu pai de Zeolla testemunha na acusação

Redação

O médico que atendeu Américo Zeolla, no Proncor, em Campo Grande, é uma das testemunhas de acusação do procurador afastado Carlos Alberto Zeolla, assassino confesso do sobrinho, Cláudio Alexander Joaquim Zeolla.

O profissional foi arrolado pela Procuradoria de Justiça, responsável pela acusação. Ele já foi ouvido na Procuradoria e afirmou que o pai do procurador não tinha hematomas quando foi atendido, na manhã do 2 de março. A agressão de Cláudio contra o avô Américo é apresentada pela defesa como justificativa para o crime no dia 3.

O médico também foi indicado pela Procuradoria para ser ouvido pelos desembargadores, responsáveis pelo caso no Tribunal de Justiça. Carlos Alberto diz que matou o sobrinho porque o jovem deu uma surra no avô, durante discussão, um dia antes do crime.

"Ele empurrou e depois deu soco no peito do avô. Tenho laudo que comprova a surra", garante o advogado de defesa, Ricardo trad.

Além do médico, a Procuradoria ouviu quatro pessoas que presenciaram o crime e os dois sobrinhos de Carlos Alberto que moravam com ele. Todos também foram indicados para serem ouvidos pela Justiça. Com exceção do médico, os demais também falaram à Polícia.

O crime aconteceu dia 3 de março, quando Cláudio seguia para a academia, na rua Bahia. Ele foi morto com um tiro disparado pelo procurador-afastado, que foi preso no mesmo dia e confessou o crime dois dias depois.

O advogado de Carlos Alberto, Ricardo Trad, disse que aguarda o julgamento de dois pedidos impetrado por ele no Tribunal de Justiça: sobre a insanidade do procurador e outro sobre a competência de julgamento do caso, que para a defesa é da Corte.

Somente após decisão sobre esses dois pedidos, é que o Tribunal irá marcar para ouvir testemunhas e dar prosseguimento ao caso.

No STJ (Superior Tribunal de Justiça) está em andamento o pedido em hábeas corpus de prisão domiciliar, após alta médica. O procurador está no hospital psiquiátrico Clínica Carandá, sob escolta policial.

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