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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2019

30/07/2010 16:46

MPF quer punir quem denunciou escutas à imprensa de MS

Redação

O MPF (Ministério Público Federal) em Mato Grosso do Sul abriu, no dia 26 de julho, inquérito civil público para investigar como os órgãos de imprensa no Estado tiveram acesso a documentos que comprovam o uso de sistema de gravação em vídeo dentro do Presídio Federal de Segurança Máxima de Campo Grande.

Os veículos de comunicação, entre eles o Campo Grande News , o primeiro a falar do assunto, estão sendo notificados para prestar informação no prazo de 10 dias sobre como obtiveram os documentos. A justificativa é que são sigilosos.

Entre os documentos, estão partes de processos da Justiça que autorizam a gravação de conversas entre advogados e presos e até de visitas íntimas aos detentos.

A cargo do procurador Ramiro Rockenback, da Procuradoria do Patrimônio Público, o inquérito tem o objetivo de "apurar a responsabilidade de pessoas físicas e ou jurídicas pela eventual revelação, desautorizada, de documentos e informações ede caráter sigiloso a respeito de fatos sensíveis envolvendo a Penitenciária Federal de Campo Grande".

O ofício enviado aos veículos afirma que constitui ato de improbidade administrativa "revelar fato ou circunstâncias de que tem ciência em razão das atribuições e que deva permanecer em segredo"

A polêmica - A decisão do MPF de investigar as informações obtidas pelos jornalistas é o mais recente capítulo do imbróglio envolvendo o monitoramento por vídeo e áudio dos presos que cumprem pena no presídio federal. Entre eles, estão criminosos do cacife do traficante Fernandinho Beira-Mar.

Para a OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), as gravações são uma afronta aos direitos tantos dos advogados quanto dos presos. A entidade denunciou o fato ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça) e ao CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público).

A denúncia- O Campo Grande News foi o primeiro a falar do assunto, a partir de denúncias trazidas a público pelo Sindicato dos Agentes Penitenciários Federais, em junho de 2009.

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