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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

09/10/2009 10:53

Polícia passa por 27 postos e não comprova adulteração

Redação

Uma ação conjunta entre a Decon (Delegacia Especializada em Crimes Contra as Relações de Consumo), a ANP (Agencia Nacional do Petróleo) e Sefaz (Secretaria de Estado e Fazenda) fiscalizou 27 postos de combustíveis em Campo Grande na semana passada.

A operação, realizada entre segunda e quinta-feira, começou a partir de denúncias feitas ao Procon (Coordenadoria de Orientação e Defesa do Consumidor de Mato Grosso do Sul. Dados da ação foram divulgados agora pela manhã em uma coletiva realizada na DGPC (Delegacia- Geral da Policia Civil).

Participaram da coletiva o delegado da Decon Adriano Garcia Geraldo, o diretor de regulação de petróleo da ANP, Thiago Rocha Ladeira, e o superintendente do Procon, Lamartine Ribeiro.

Durante a coletiva, o delegado Adriano Garcia Geraldo garantiu que testes preliminares realizados com as amostras coletadas nos estabelecimentos não comprovaram adulteração nos produtos.

Mas segundo ele, somente analise aprofundada, em laboratório, poderá constatar se houve ou não adulteração.

As amostras seguem hoje para a ANP em Brasília (DF), onde serão analisadas. "O resultado deve sair em 60 dias".

O delegado ressalta que a falta de um laboratório conveniado para fazer as analises dificulta a fiscalização. "Se tivéssemos aqui um laboratório essa analise seria feita logo após a denuncia".

Durante a ação, foram realizados também levantamentos do estoque, regularidade das aquisições do produto, origem, além de regularidade na fiscalização de bombas e medidores, trabalho que tem de ser feito pelos postos regularmente.

Em Campo Grande, são 160 postos instalados. A fiscalização mais recente foi realizada em abril deste ano e provocou lacre das bombas de combustíveis do posto Novo Século, de bandeira Taurus, na avenida Mato Grosso.

A ANP lembra que se houver dúvida por parte do consumidor, na hora de abastecer o veículo, ele deve exigir o teste. Todos os postos são obrigados a oferecer o kit para medição do combustível.

Batizada - A adulteração ocorre com a mistura de álcool na gasolina. O teste é feito na hora. São inseridos na proveta, 50% do combustível comercializado no posto e 50% de água.

O álcool misturado na água é absorvido, já a gasolina pura fica concentrada no fundo da proveta.

Entre as duas medidas,aprece um percentula, que não pode ultrapassar 27%.

Na fiscalização, dois postos foram autuados por irregularidades nas tabelas de preço. Os preços não estavam em local visível.

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