A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Terça-feira, 12 de Dezembro de 2017

11/04/2016 09:50

Projeto de usina em MS foi começo de dívida milionária de Fittipaldi

Aline dos Santos
Em 2007, Fittipaldi (à esquerda) veio a Maracaju para apresentar projeto. (Foto: Hosana de Lourdes)Em 2007, Fittipaldi (à esquerda) veio a Maracaju para apresentar projeto. (Foto: Hosana de Lourdes)

Um projeto frustrado em Mato Grosso do Sul foi o começo da dívida milionária do ex-piloto Emerson Fittipaldi, bicampeão mundial de Fórmula 1. No domingo (10), em entrevista ao Fantástico, programa da TV Globo, ele afirmou que acumula débitos de R$ 25 milhões.

Segundo o ex-piloto, o problema começou com investimento em uma usina de etanol no interior do Estado, em 2007. O empreendimento não chegou a ser construído, mas o prejuízo foi com o projeto e compra da terra.

“De R$ 7 a 8 milhões eu perdi já”, afirmou Fittipaldi. Ele também teve revés na produção de laranja, no interior de São Paulo. 

Na entrevista ao Fantástico, o bicampeão relata que tem patrimônio maior do que R$ 25 milhões, garantiu que não está falido e que vai pagar os credores.

Há nove anos - Em 12 de janeiro de janeiro de 2007, o ex-piloto viajou a Maracaju para anunciar a construção da Usina Brilhante, que previa investimento de R$ 400 milhões e geração de 8 mil empregos diretos e indiretos.

Conforme o Diário MS, Fittipaldi esteve em Maracaju acompanhado de um dos sócios da empresa, o pecuarista José Carlos Bumlai, de Fábio Augusto dos Santos, um dos donos do banco BVA, e de outros empresários. A fabricação seria de um combustível menos poluente.

“Este é um momento histórico para a cidade de Maracaju, que além de receber um campeão brasileiro, o acolhe como investidor, ficando registrado o dia 12 de janeiro nas paginas da história do município”, disse Maurílio Azambuja, que comandava a prefeitura na ocasião e, atualmente, é prefeito.

Sócio no projeto, Bumlai foi preso em novembro do ano passado na operação Lava Jato. Em março, ele foi autorizado a cumprir prisão domiciliar. O banco BVA faliu.



Pobre Fittipaldi. Queria se tornar usineiro mas caiu no conto do pecuarista.
 
Áttila Teixeira Gomes em 11/04/2016 13:58:48
Se ele tivesse comprado a fazenda e colocado gado, hoje já teria lucrado muitas vezes mais o valor pago nas terras e o custo dele nesse tempo todo seria um peão para cuidar da boiada.
O estado de Mato Grosso do Sul não vai prá frente por isso, como vai gerar emprego se um fazendeiro deixa um funcionário numa fazenda, muitas vezes sem luz elétrica até, ou seja, custo baixo e lucratividade altíssima.
Foi iludido por alguém que saiu lucrando com a venda das terras, não conheceu antes como as coisas funcionam aqui no estado!
 
Guto em 11/04/2016 10:28:23
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions