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Cidades

Reinaldo reclama que Prefeitura 'não senta à mesa' por melhorias na saúde

Governador promete mais leitos para os hospitais da cidade

Leonardo Rocha | 08/08/2016 11:04
Reinaldo diz que não existe discussão sobre saúde com a prefeitura municipal (Foto: Fernando Antunes)
Reinaldo diz que não existe discussão sobre saúde com a prefeitura municipal (Foto: Fernando Antunes)

O governador de Mato Grosso do Sul, Reinaldo Azambuja (PSDB), afirmou nesta segunda-feira (08) que a Prefeitura de Campo Grande "não senta à mesa" com sua gestão para discutir problemas e soluções para a saúde municipal. Apesar desta falta de sintonia, o tucano promete continuar aumentando o número de leitos na cidade, fazendo sua parte no setor.

"Eles (prefeitura) estão afastados desta discussão. Tanto que acionaram judicialmente a área de regulação (saúde) que o Estado está fazendo. A prefeitura resolveu assumir a regulação, contrariando a recomendação do Cosems (Conselho de Secretários Municipais de Saúde)", disse Azambuja, durante agenda pública na Governadoria.

Reinaldo ponderou que "independente" desta situação, o governo vai continuar abrindo leitos na Capital, como no Hospital do Câncer, que segundo ele, terá mais 10 (leitos) de UTI no início de setembro, o que vai totalizar 20, nos últimos dois meses. "Também estamos pactuando a contratação de cirurgias na área de ortopedia, para poder diminuir a fila".

O tucano ainda citou as atividades depois da Caravana da Saúde, que inclui exames, cirurgias eletivas e atendimentos à população, assim como duas obras na Capital. "O Hospital do Trauma está avançando e o do Hospital do Câncer terá mais dois pavimentos no mês que vem, estamos fazendo a nossa parte".

Ele voltou a dizer que o objetivo é fazer uma restruturação na saúde, criando uma nova "lógica" para o atendimento regional. "A intenção é criar uma estrutura para que as pessoas não venham para Campo Grande, sejam atendidas em seus polos regionais".

O governador citou mais 10 leitos de UTI para as cidades de Nova Andradina e Ponta Porã, assim como o mesma ampliação no Hospital da Vida, em Dourados. "Alguns municípios fica mais difícil pactuar, mas isto transcende as questões políticas, vamos continuar apoiando a saúde pública da Capital".

Entramos em contato com o secretário municipal de Saúde, Ivandro Correa Fonseca, mas ele não atendeu as ligações.

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