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De olho na TV

De programas, popularescos tem quem goste

Por Reinaldo Rosa | 12/02/2019 14:08

DÉJÀ VU - A profética afirmação do Velho Guerreiro de que “na televisão, nada se cria, tudo se copia” nos remete à década dos anos oitenta, em Campo Grande. Não dá para ver o ‘MeuMS’ sem perceber a onipresença do ‘Recado’, de Marilu Guimarães, na mesma TV Morena.

AUDIÊNCIA CUSTO ZERO – A mistureba destas finalidades remetem as retransmissoras de TVs locais na frenética busca do baú da felicidade. De programas popularescos tem quem goste, mas um pouco de crescimento pessoal não faria mal a ninguém.

HUNANIMIDADE - Viciados em rádio fazem do veículo um órgão que pulsa e os faz dar os primeiros passos para um novo dia. Não dá pra viver sem ele. Mesmo em tempos de internet e desprezo pela leitura de jornais e livros.

NADA A ACRESCENTAR – Caçar palavras em tema do qual tudo já foi dito é perda de tempo. Resumindo a ópera: o rádio produziu três fenômenos que sempre serão citados quando o assunto for ondas do dial. Hélio Ribeiro, Osmar Santos e Ricardo Boechat. Simples assim.

RECORD NEWS OLD – ‘Câmera Record’ , na Record News, foi exibido neste domingo como parte de sua grade normal de programação. Faltou um elemento básico do mais comezinho manual de Redação de qualquer jornalístico: informar que tratava-se de reportagem exibida em julho de 2017. Simples assim.

VC NA COLUNA – “Lamentável a morte do colega Ricardo Boechat, considerado um dos jornalistas mais admirados desse país de contrastes e tragédias - além da competência inquestionável. Trabalhei com ele nos anos de 1980 no Jornal do Brasil, quando assinava a coluna 'Informe JB'. Estamos perdendo as referências! Siga em paz”. Silvio de Andrade

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