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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

22/08/2013 16:25

Alta do dólar e suspensão de voos deixam passagens 15% mais caras

Lidiane Kober
Passageiros estão desembolsando mais para viajar de avião (Foto:Marcos Ermínio/Arquivo)Passageiros estão desembolsando mais para viajar de avião (Foto:Marcos Ermínio/Arquivo)

A alta na cotação do dólar, que vem batendo recorde nesta semana, e o fechamento do aeroporto para voos noturnos em setembro elevaram, em média, 15% o preço das passagens aéreas nacionais. O aumento ocorreu porque a moeda impacta diretamente no mercado, principalmente, no custo do combustível. Por outro lado, a alta do dólar, por enquanto, não influenciou na venda de pacotes e passagens internacionais.

“Está tudo em média 15% mais caro no Brasil”, disse a presidente da Abav (Associação Brasileira das Agências de Viagens), Cristina Albuquerque. “Só não está pior porque as companhias estão soltando algumas promoções”, completou.

Consultor de viagens da FlyTour, Eferson Miranda reforçou a preocupação com o aumento do preço das passagens nacionais por conta da alta da moeda norte-americana. “As companhias calculam tudo com base no dólar, desde combustível a lucratividade”, comentou.

Ele, inclusive, calculou um impacto ainda mais negativo. “O preço das passagens aumentou de 15% a 25%”, informou. Além da alta da moeda, Miranda acredita que a reforma no Aeroporto Internacional de Campo Grande também está influenciando da elevação dos preços.

“Das 21h às 6h, o aeroporto está fechado, são menos voos e a lei da oferta e procura acaba impactando”, frisou. Ainda de acordo com o consultor de viagens, o destino com maior elevação nos preços é São Paulo. “É o destino mais procurado, por ligar o Estado a outras cidades”, ponderou. “Teve um cliente que precisou desembolsar R$ 600 para uma passagem, que custa em media, R$ 200”, exemplificou.

Voos internacionais - Apesar de também estar diretamente relacionado com o mercado internacional, o preço do dólar ainda não impactou na venda de passagens e pacotes internacionais. “Ainda não alterou em nada” disse Miranda. “Não deu para sentir mudança na procura”, reforçou a presidente da Abav.

Para eles, isso é resultado do temor de a moeda aumentar ainda mais. “Então, tem muita gente que está fechado pacotes”, comentou o consultor de viagens. Ao mesmo tempo, ele reconhece que alguns clientes desistiram de ir ao exterior. “No final nas contas, ficou na mesma”, concluiu.

Miranda informou ainda que o destino mais procurado é Orlando e Miami, nos Estados Unidos. Para conhecê-las, em média um casal gasta de R$ 7 mil a R$ 9 mil, incluindo as passagens, hotel e aluguel de carro para 10 dias. Na Europa, o “feijão com arroz” é Paris, Londres e Milão. Neste caso, o preço é mais salgado e varia de U$S 6 mil a U$S 10 mil para 10 dias de passeio.

Inquietação – Apesar de aparentemente tranquilo o mercado, a presidente da Abav admitiu certa “inquietação”. “Esperamos que o governo faça alguma coisa e interfira no mercado para acalmar a alta do dólar”, finalizou.

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SEGUNDO O LULA/DILMA NÃO TEM MAIS POBRE NO BRASIL!...SENDO ASSIM PODEM ELEVAR OS PREÇOS A VONTADE!!...PALHAÇADA.
 
Paulenir de Barros em 22/08/2013 16:51:47
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