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Campo Grande, Segunda-feira, 21 de Janeiro de 2019

18/05/2018 12:53

Aumento do combustível faz inflação fechar abril em 0,31% na Capital

Etanol e Diesel ocupam as primeiras colocações da lista de produtos/serviços campeões em arrecadação

Liniker Ribeiro
Bombas de combustível em posto da Capital (Foto: Marcos Ermínio/Arquivo) Bombas de combustível em posto da Capital (Foto: Marcos Ermínio/Arquivo)

O aumento no preço do etanol, do diesel e da gasolina foi o grande vilão da inflação no mês de abril, em Campo Grande. Os produtos estão entre os dez itens que representaram o maior número de contribuições durante o mês, estando os dois primeiros à frente na lista. Com isso, a taxa superou o mês de março, fechando em 0,31%, contra 0,19% no mês anterior.

Os números fazem parte do IPC/CG (Índice de Preços ao Consumidor de Campo Grande), com base em cálculos do Nepes (Núcleo de Estudos e Pesquisas Econômicas e Sociais) da Uniderp, que foram divulgados nesta sexta-feira (18).

No acumulado, a inflação registrada nos primeiros quatro meses do ano foi de 0,71%, a menor registrada no período desde o início do Plano Real, em 1994.

De acordo com o estudo, o resultado foi puxado pela alta dos grupos Transportes (1,91%), motivada por elevações no etanol (7,79%), diesel (3,88%) e na passagem de ônibus intermunicipal (3,25%); Saúde (0,32%), e Despesas Pessoais (0,14%), onde os produtos ou serviços com maior aumento foi na mensalidade de clube (1,55%), sabonete (0,64%) e ingresso de cinema (0,59%).

Outros quatro grupos tiveram deflações e ajudaram a segurar a elevação do indicador de abril. São eles: Habitação (-0,26%), Educação (-0,09%); Vestuário (-0,24%) e Alimentação (-0,04%), que registrou a terceira queda consecutiva do índice este ano.

"Esse resultado continua sinalizando que a inflação da Capital permanece comportada, resultado que só mudará caso ocorram novos problemas no desempenho da economia", avalia o coordenador do Nepes/Uniderp, Celso Correia de Souza. Ainda segundo ele, "há tendência de mais quedas da taxa Selic, que se encontra atualmente em 6,50%, a menor desde a sua criação".

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