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Campo Grande, Domingo, 24 de Setembro de 2017

04/08/2017 15:43

Com reajuste da Petrobras, gás de cozinha pode chegar a R$ 85 em MS

Osvaldo Júnior
Gás de cozinha fica mais caro a partir de amanhã (Foto: Divulgação)Gás de cozinha fica mais caro a partir de amanhã (Foto: Divulgação)

A partir deste sábado (dia 5), o consumidor sul-mato-grossense já começa a pagar mais caro pelo GLP (Gás Liquefeito de Petróleo), o gás de cozinha. Caso o repasse seja no mesmo porcentual da alta anunciada pela Petrobras na tarde desta sexta-feira (4), o preço do produto chegará ao teto de R$ 85 nas revendas de Mato Grosso do Sul. O reajuste, que começa a valer a partir da zero hora de amanhã, é de 6,9%.

“Como a lei brasileira garante liberdade de preços no mercado de combustíveis e derivados, as revisões feitas nas refinarias podem ou não se refletir no preço final ao consumidor. Isso dependerá de repasses feitos especialmente por distribuidoras e revendedores”, afirmou a Petrobras.

Apesar disso, a companhia estimou que a alta ao consumidor final pode ser, em média, de 2,2%. Caso o incremento seja de 6,9% (o mesmo aplicado às refinarias), o gás de cozinha chegaria ao teto de R$ 85,5 em Mato Grosso do Sul.

Em alguns municípios do Estado, o produto é vendido por R$ 80, conforme o levantamento de preços da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis). Em Campo Grande, caso haja aumento de 6,9%, o preço do gás poderá alcançar R$ 75.

O presidente do Sindicato dos Revendendores de GLP em Campo Grande, Vilson de Lima, reclama que o governo federal tem aplicado diversos reajustes (para mais ou para menos), o que compromete a gestão do negócio pelos empresários.

“Está muito bagunçado. Primeiro, houve aumento, em maio, de 6,7%. Depois, em julho, queda de 4,6%. Agora, esse novo reajuste, de 6,9%. É difícil trabalhar assim”, disse. Ele lembra que o mercado é livre, mas é muito provável que os revendedores reajustem os preços do gás.

Outra fonte do segmento, que preferiu não se identificar, comentou que os estoques são baixos, suficientes para segurar os valores antigos por, no máximo, três dias. “Então, até segunda-feira, todos já devem ter reajustado os preços”, afirmou.




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