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Campo Grande, Segunda-feira, 18 de Dezembro de 2017

28/04/2011 11:51

Gasto com pessoal coloca metas do Tesouro em risco, diz Puccinelli

Marta Ferreira e Ítalo Milhomem
Puccineli explicou hoje cortes de gastos, para cumprir metas do Tesouro Nacional. (Foto: Divulgação)Puccineli explicou hoje cortes de gastos, para cumprir metas do Tesouro Nacional. (Foto: Divulgação)

O governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli (PMDB), afirmou esta manhã que o risco que o Estado corre de não cumprir as metas para gastos e despesas impostas pelo Programa de Ajuste Fiscal firmado com a Secretaria do Tesouro Nacional decorre principalmente das despesas com pessoal dos outros poderes, que ficaram acima do limite estabelecido em lei.

“Segura essa peteca. Ou aumenta a arrecadação ou corta gastos”, resumiu o governador ao comentar a de decisão oficalizada hoje de cortar patrocínios a ações e eventos não governamentais.

Puccinelli disse que o corte atinge feiras e congressos, por exemplo. Só se excluem da medida os apoios financeiros já previstos no orçamento deste ano.

O decreto determinando o corte diz que o Estado está arriscado a ter bloqueio de verbas federais e pagar multa, caso não siga as recomendações do Tesouro.

Onde está o problema-Ele explicou que as três metas sob risco de descumprimento estão relacionadas ao gasto com pessoal.

A primeira é a despesa com folha de pagamento em si, que, embora esteja dentro do limite no Executivo, está sendo ultrapassada em outros poderes e, para o Tesouro, vale o bolo total de gastos públicos com pessoal.

O limite prudencial é de 54% de gastos com pessoal, o teto é 60% e o resultado de Mato Grosso do Sul, segundo o governador, é 61,67%, ou seja, acima do que prevê a lei.

Consequentemente, ficam prejudicadas as metas relacionadas ao grau de endividamento do Estado e a que trata do cumprimento da LRF (Lei de Responsabilide Fiscal), onde constam os limites para gastos do Poder Público.

O governo discorda do entendimento do Tesouro de englobar os gastos de todos os poderes para considerar o cumprimento das metas. Por isso já foi ao STF (Supremo Tribunal Federal) e conseguiu a liberação de empréstimos que estavam bloqueados, em razão do descumprimento do limite de despesa com pessoal pelo TJ (Tribunal de Justiça), no ano passado.

Puccinelli lembrou isso hoje e concluiu dizendo que o interesse do Tesouro é que o Estado economize para dar conta de bancar os juros da renegociação da dívida do Estado, feita em 1997. “É tudo por conta dos juros”.

Só no ano passado, segundo o governador, o governo pagou R$ 639 milhões em juros.

Arrecadação-Puccinelli também comentou a previsão em relação à receita de ICMS, prejudicada por conta da quebra de safra e das perdas na pecuária com as chuvas de março.

Segundo ele, em março houve ainda um aumento de R$ 10 milhões na receita, mas em abril, é esperada uma queda de R$ 7 milhões.

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Acho justo que somem os funcionários de outros poderes sim, pois os poderes Legislativo e Judiciário deveriam se comprometer com a sociedade também, eles deveriam ver que estão prejudicando o Estado com a sua má gestão, gastando demasiadamente. O legislativo deveria tomar uma providencia e votar uma lei diminuindo e limitando os gastos do legislativo e judiciário, isto é função deles, não quero acreditar que a preocupação deles é só aumentar os próprios salários e fazer campanhas gastando dinheiro público. O povo tinha que se unir e se o Legislativo não trabalhar pela população, eles deveriam ser todos trocados já na próxima eleição.
 
jose antonio em 29/04/2011 10:04:13
Está não é uma competição para ver quem trabalha mais, quem tem que trabalhar são os concursados, os comissionados não deveriam nem existir dentro do quadro de servidores, a nomeação dos comissionados quase sempre é por amizade e QI( quem indica), e são os que ganham mais ainda. Se estão realmente precisando de mais mão de obra é só fazer concurso. Agora fazer com que os funcionários desempenhem a sua função os aproveitando ao máximo, é uma questão de gestão, que está em falta nos órgão públicos.
 
Jose Antonio em 29/04/2011 09:53:19
Sabemos que para ser um bom administrador, ele terá que buscar o equilíbrio do orçamento a ser gasto e suas receitas, portanto diante de tantas calamidades que o estado tem sofrido, é necessário que o governo faça cortes em diversas àreas, não só o governo, mas todos devem compactuar e colaborar neste momento de crise, porque se estivermos unidos, seremos mais fortes e os impactos com certeza será amenizados, e com isso nos fortalecerá para enfrentarmos os grandes desafios provocadas pelas grandes mudanças que surgem a cada dia e perceber que cada vez mais estão se abrindo novas portas e novas formas na condução de um processo de desenvolvimento coletivo, que contribuirá para a melhorias e uma qualidade de vida mais saudável. José fernandes da Silva, Bacharel em Administração, funcionário público Estadual
 
josé fernandes da silva em 28/04/2011 11:50:40
Barbaridade! Então a discussão gira em torno de quem trabalha mais, se os servidores concursados ou os comissiondos...ou quem deveria receber o aviso prévio...será que as contas e índices ora apresentados são verdadeiros, ou foram jogados na mídia para justificar (tentar) que o Estado é incapaz de arcar com os custos sociais (educação, saude e segurança) sem que ocorra aumento de tributação. Ao invés de ofensas mútuas, o povo deveria estar preocupado para onde realmente vai o montante arrecadado do fruto do seu trabalho, e quanto vai custar uma eleição...
 
Fernando Andrighetti em 28/04/2011 11:15:18
É muita gente mamando na teta do Governo antes que o leite seca, O dono da Fazenda André tem que fazer um grande desmame.Temos que acabar com a estabilidade nos três poderes,funcionáro tem que ganhar por produtividade. sou a favor de tercerizar os serviços ,gerando mais emprego ,tem muita gente gando sem trabalhar,a recadação não deve ser feita só para cobrir despesas,e os investimentos , Temos que investir em infraestrutura,saude,educação e geração de renda e emprego,temos que sermos menos dependente do governo Federal, e desas mutinacionais que vem para nosso estado nos extorquir elevando nosso dinheiro suado.
 
Luis Mário em 28/04/2011 10:13:00
fico com pena dos cabos e soldados que ganham essa miseria de salario principalmente os bombeiros que ganham tao pouco e trabalham demais e ainda tem que gastar dinheiro do seu propio bolso para se alimentar o dia que estao trabalhando nao e justo o que ganham sera que os deputados nao ve isso
 
rosangela maria em 28/04/2011 09:58:30
Simples de resolver. Na SERC/MS, existe muito chefe pra pouca gente. Criou-se um cargo pra uma certa pessoa que participou intensivamente das eleições do "homem"... então se em cada secretaria tirar um pouco desses sangue-sugas, que nem comparecem para trabalhar, desafoga a máquina. DAÍ, VAI SE VER ONDE ESTÃO OS GARGALOS".
 
Marcelo Max em 28/04/2011 06:58:52
se o grande chefe mandar um pouco dos caciques embora ai sobra e vai dar pra sustentar os índios e ainda dar um aumento pois eles merecem e a receita vai se manter num patamar bom é fácil de se manter e a sua pessoa sera vista com muito bons olhos pelos seus comandados afinal tem mais cacique que índios assim não dá mesmo.
 
paulo roberto fernandes em 28/04/2011 06:13:20
Parbéns Adalberto e Caciano, pois se vcs não sabem existem funcionários COMISSIOANDOS que trabalham mais que os CONCURSADOS e ai o que fazer?Me responda se vcs forem capazes.
 
paulo henrique em 28/04/2011 04:36:26
Mande toda a peixada embora e aí, quem sabe a coisa melhora.Pra ter apoio, o governador trata de muita gente, e não estou nesse bolo. Fora comissionados.
 
adalberto rebelo em 28/04/2011 04:04:41
É SÓ MANDAR EMBORA OS FUNCIONARIOS DE CARGOS POLITICOS, ACABAR COM A GABIDE DE EMPREGO Q SOBRA DINHEIRO P A FOLHA DE FINCIONARIOS Q REALMENTE TRABALHA.
 
josé ricardo em 28/04/2011 04:00:14
Não é justo que os salários de outros poderes sejam computados para efeito de gasto com pessoal, se os mesmos são independentes, os gastos também deveriam ser. A faixa salarial no executivo é muito inferior aos outros poderes, portanto, aonde está a independência financeira, com a palavra nobres políticos.
 
José Carlos em 28/04/2011 03:58:22
Sugiro que sejam dispensados TODOS os servidores públicos do Estado, sem exceção, e sejam terceirizados TODOS os serviços. Assim não haverá mais esse grave problema de pagamento de folha de pagamento que tanto onera o Estado. Em seu lugar serão pagos apenas as despesas dos contratos de prestadoras de serviços...
 
Carlos Alberto em 28/04/2011 02:49:36
Coisa simples Sr° Governador: exonere os cargos comissionados e coloque os concursados, esmagados por funcionários que só querem os salários, para atuar em suas funções!
 
caciano lima em 28/04/2011 02:12:18
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