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31/03/2015 14:53

Gastos com pessoal sobem 19% e arrecadação de MS cai R$ 319 milhões

Priscilla Peres
Reinaldo contabiliza aumento de gastos e queda na receita no primeiro bimestre (Foto: Marcos Ermínio)Reinaldo contabiliza aumento de gastos e queda na receita no primeiro bimestre (Foto: Marcos Ermínio)

A arrecadação do governo do Estado teve queda de 18% nas receitas primárias do primeiro bimestre de 2015, em relação ao mesmo período ano passado. O valor corresponde a menos R$ 319 milhões nos cofres públicos este ano, o que pode comprometer as despesas até o fim do ano.

Conforme o balanço geral do Estado, referente aos meses de janeiro e fevereiro e o primeiro da administração de Reinaldo Azambuja (PSDB), a receita estadual oscilou de R$ 2,035 bilhões, em 2014, para R$ 1,716 bilhão neste ano. Os dados foram publicados ontem, no Diário Oficial do Estado.

Entre as receitas primárias, a renda de tributos teve queda de 2,87% ou pouco mais de R$ 30 milhões. Entre os impostos que compõe essa receita, só o ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) teve alta de 3% ou R$ 28 milhões no bimestre.

A arrecadação estadual com IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) teve queda de R$ 2 milhões entre janeiro e fevereiro de 2015 comparado ao mesmo período de 2014. Esse foi o primeiro ano em que os contribuintes puderam parcelar o imposto em 5 vezes e ter desconto de 15%, no pagamento a vista.

O ITCD (Imposto sobre Transmissão Causa Mortis e Doação) apresenta queda de 21%, o equivalente a quase R$ 2 milhões. E o Imposto de Renda Retido da Fonte passou de R$ 66,9 milhões no ano passado para apenas R$ 20,7 milhões este ano, ou seja, reduziu para menos que a metade.

Enquanto as receitas do Estado estão cada vez menores, as despesas empenhadas com funcionários e encargos, passou de R$ 1,351 bilhão em 2014 para R$ 1,614 bilhão este ano, o que representa elevação de 19,4%. Já as despesas líquidas (já pagas) reduziram em 14%, fechando o bimestre em R$ 766,604 milhões.

Os investimentos empenhados também teve queda na comparação dos bimestre,passando de R$ 742 milhões em 2014, para R$ 154 milhões em 2015. A redução no início de mandado é normal, devido a mudança de governo.

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