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Campo Grande, Quarta-feira, 13 de Dezembro de 2017

19/09/2011 10:25

Paraguai terá prejuízo de US$ 380 milhões com aftosa, prevê governo

Edmir Conceição

Com a confirmação de circulação do vírus, autoridades pulam etapa da investigação e começam a discutir barreiras de contenção

Fazenda interditada no Paraguai. (Foto: ABC Color)Fazenda interditada no Paraguai. (Foto: ABC Color)

O presidente da Associação Rural do Paraguai no Departamento de San Pedro, Silfrido Baumgarten, dono da fazenda onde foi detectado foco de febre aftosa, disse que não pode ser responsabilizado porque cumpriu todas as etapas de vacinação do seu rebanho.

Segundo ele, o prejuízo com o sacrifício de aproximadamente 800 animais será de US 380 mil. Já o governo do Paraguai, em razão da suspensão das exportações, deve amargar prejuízos de R$ 300 milhões. Silfrido Baumgarten qer que a Senacsa (Serviço Nacional de Qualidade e Saúde Animal) investigue a origem do vírus que contaminou o gado.

Em entrevista à rádio 780 AM, disse que é o primeiro a ser prejudicado com a suspensão das exportações de carne. “Cumprimos com todas nossas responsabilidades, não quero que nos culpem e vamos adotar todas as providências determinadas pelo governo, como o sacrifício dos animais.

quero que investigue a origem do problema”, apelou.

Baumgarten disse que há uma semana alertou as autoridades das suspeitas em razão dos sintomas que apareceram nos animais em sua propriedade.

Investigação - O superintendente federal de Agricultura em Mato Grosso do Sul, Orlando Baez, está reunido com técnicos para repassar as orientações da Secretaria Nacional de Defesa Agropecuária do MAPA (Ministério da Agricultura, da Pecuária e do Abastecimento).

Até a informação de suspeitas, a orientação era para que se formasse um pool com técnicos de cinco países para inspeção na área onde havia suspeita. Com a confirmação da circulação do vírus em fazenda no Departamento de San Pedro, as autoridades podem optar, agora, por medidas de contenção e não uma simples apuração de suspeitas. Não há mais que investigar, o foco existe.



Quais serão as providências do MS para que este problemaço não respingue por aqui?
 
Ariosto Mesquita em 19/09/2011 11:47:50
Demorou, isto já era para ter acontecido antes.......
 
Cláudio Roberto de Oliveira em 19/09/2011 10:48:02
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