A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Sábado, 16 de Dezembro de 2017

10/08/2015 16:23

Pesquisa mostra que taxas de juros voltaram a subir para pessoa física

Marli Moreira, da Agência Brasil

Pelo décimo mês seguido, as taxas de juros voltaram a aumentar em julho, segundo apuração feita pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças Administração e Contabilidade (Anefac). Para pessoas físicas, as seis modalidades de crédito tiveram alta dos custos de empréstimos. Na média, a taxa subiu 1,73%, passando de 6,94% (em junho) para 7,06% (em julho). Ao ano, a taxa subiu de 141,93% para 143,55%.

A rolagem da dívida do cartão de crédito continua sendo a mais elevada entre as linhas para a pessoa física, com correção de julho de 3,91%. Em junho, o consumidor pagava ao mês 12,54% e passou a pagar 13,03% em média. No ano, a taxa avançou para 334,84%. Apesar de ter a menor oscilação entre as modalidades, o crédito direto ao consumidor (CDC) nos bancos para a compra de automóveis teve a segunda maior alta, de 0,95%, com taxa de 2,12% ao mês e 28,63% ao ano.

A segunda maior taxa foi constatada no cheque especial. Os juros subiram na média 0,9%, alcançando 10,1% ao mês e 217,28% ao ano. Para obter empréstimo pessoal nas instituições financeiras, o consumidor pagou 0,79% mais, com taxa de 7,7% ao mês e 143,55% ao ano. Essa linha nos bancos teve correção de 0,73%, com a taxa passando para 4,13% ao mês e 62,52% ao ano. O menor avanço ocorreu no comércio, 0,38%. Os juros cobrados pelo setor giraram em 5,25% ao mês e 84,78% ao ano, em média.

Para as pessoas físicas, os juros subiram, em média, 0,74%, atingindo 4,06% ao mês e 61,22% ao ano.

Segundo a Anefac, a tendência é que os juros continuem em alta. Em nota técnica, a associação atribuiu o aperto financeiro ao “cenário econômico, que aumenta o risco do crescimento nos índices de inadimplência. Este cenário se baseia no fato de os índices de inflação mais elevados, o aumento de impostos e os juros maiores reduzirem a renda das famílias”.

Na avaliação econômica, a Anefac disse que as instituições financeiras embutem, em suas taxas, as prováveis perdas com o aumento da inadimplência, previstas diante do baixo crescimento da economia e da consequente elevação do desemprego. Além disso, a entidade observa que há expectativas de novas elevações da Taxa Básica de Juros, a Selic.

Os limites do “desculpe, seu score está baixo”
Imagine a seguinte situação. Você está navegando em uma grande loja de comércio eletrônico e escolhe um novo celular para compra. Na hora do pagament...
Confaz aprova incentivos fiscais concedidos pelo Governo de MS
O Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária) aprovou a convalidação de todos os incentivos fiscais concedidos pelo Governo do Estado em Mato G...
Consumidor terá 30 dias para contratar serviço de esgoto antes de ser multado
Será apresentado às 9h de segunda-feira (18) um termo de parceria entre o Procon-MS (Superintendência para Orientação e Defesa do Consumidor de Mato ...


imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions