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Campo Grande, Sexta-feira, 15 de Dezembro de 2017

16/12/2010 09:03

Prefeitura dá prazo até março de 2012 para a reativação de siderúrgica

Marta Ferreira

Unidade do grupo Vetorial está parada há mais de ano

Grupo Vetorial, dono de três unidades em MS, tem prazo até março de 2012 para retivar indústria em Campo Grande. (Foto: Divulgação)Grupo Vetorial, dono de três unidades em MS, tem prazo até março de 2012 para retivar indústria em Campo Grande. (Foto: Divulgação)

O grupo Vetorial recebeu prazo até março de 2012 para reativar sua unidade em Campo Grande, sob pena de perder os incentivos fiscais dados pelo Município à empresa. A decisão é do Codecon (Conselho Municipal de Desenvolvimento Econômico), em resposta ao pedido do grupo para adiamento do reinício das atividades para “depois de dezembro de 2011”.

O Codecon avaliou a solicitação em reunião realizada no dia 13 de dezembro, quando foram aprovados, também, projetos para concessão de incentivos a empresas que prevêem investimentos de R$ 12,4 millhões,

Em relação à Vetorial, que comprou a unidade em 2009, do grupo Sideruna, e parou as operações há cerca de um ano, o pedido para adiar a reativação atribui a suspensão dos trabalhos à crise no setor siderúrgico nacional.

Os conselheiros que integram o Codecon aprovaram por unanimidade o parecer do relator do processo, o representante da Procuradoria-Geral do Município no órgão Elyseo Colman.

No texto, o relator dá parecer favorável à Vetorial, considerando os investimentos feitos e o compromisso de reativação.

Ele deixa claro que, descumprido o prazo de março de 2012, a Sedesc (Secretaria de Desenvolmimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Agronegócio) fica autorizada a revogar os incentivos, que incluem doação de terreno e isensão de tributos municipais.

A siderúrgica, localizada no Núcleo Industrial de Campo Grande, tem previsão de recontratação de cerca de cem funcionários.

Além de Campo Grande, o grupo tem unidades em Ribas do Rio Pardo e em Corumbá, onde comprou a planta da MMX. A Vetorial também está na Bolívia e na Argentina.

A capacidade instalada total no Estado, conforme informa o site da empresa, é de 24 mil toneladas de ferro gusa/ano.

Outros projetos- A reunião do Codecon também autorizou projetos de R$ 12,4 milhões, dos quais R$ 7,3 milhões são para construção da loja de material de construção Via Morena e R$ 1,6 milhão na ampliação de outra loja do setor, a Alvorada.

Outros R$ 2,8 milhões são para a ampliação da União, Industrialização e Comércio de Plásticos e R$ 750 mil para a ampliação e mudança de local da RB Projetos e Assessoria, especializada em serviços de construção e manutenção de redes elétricas.



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