56% dos leitores aceitariam emprego intermitente para complementar renda
Para 28%, a modalidade funcionaria como fonte principal de renda

O resultado da enquete de quinta-feira (30) do Campo Grande News apontou que 56% dos leitores aceitariam a modalidade de trabalho intermitente apenas como complemento de renda, enquanto 28% afirmaram que o emprego serviria como fonte principal de renda. Outros 15% não aceitariam o emprego de jeito nenhum.
RESUMO
Nossa ferramenta de IA resume a notícia para você!
Pesquisa revela que 56% dos leitores aceitariam o trabalho intermitente apenas como renda complementar, enquanto 28% o adotariam como fonte principal. A modalidade, regulamentada pela CLT, remunera apenas as horas trabalhadas e permite vínculo com múltiplas empresas. O interesse cresce em meio a um cenário em que 59% dos brasileiros consideram a renda insuficiente para cobrir despesas mensais, segundo o Datafolha.
O contrato trabalhista chama a atenção por pagar somente as horas trabalhadas e pela irregularidade da frequência do funcionário. A empresa convoca o funcionário apenas no momento necessário, desde que a convocação seja feita com três dias de antecedência no mínimo.
- Leia Também
- Semana termina com 995 vagas de emprego abertas em 135 profissões
- MS cria 2 mil empregos em junho e média de salário de contratados sobe
Apesar da irregularidade dos dias, o trabalho é regularizado pela CLT e garante direitos trabalhistas, exceto seguro-desemprego a depender da causa da demissão. O interesse por esse tipo de trabalho aumenta num cenário em que cada vez mais brasileiros buscam por renda extra.
Segundo dados do Datafolha, 59% dos brasileiros não consideram a renda mensal suficiente para cobrir os gastos mensais. 45% buscam outras formas de ganhar renda extra para pagar as despesas.
O trabalho intermitente pode ser um complemento financeiro para 56% dos entrevistados, já que a modalidade não exige vínculo empregatício exclusivo e permite que o empregado trabalhe em outras empresas no período em que não está convocado.
Receba as principais notícias do Estado pelo Whats. Clique aqui para acessar o canal do Campo Grande News e siga nossas redes sociais.


