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Campo Grande, Quinta-feira, 14 de Dezembro de 2017

24/01/2011 15:11

FFMS decide até amanhã se Operário sobe ou se permanece na Série B

Marcio Breda
Foto: Eduardo CabralFoto: Eduardo Cabral

Torcedores, dirigentes e jogadores do Operário vivem até amanhã (25) a expectativa de retornarem à Série A do Estadual de Futebol. Esta é a data limite que a Federação de Futebol de Mato Grosso do Sul estipulou para os times que decidirem se vão ou não participar da competição. Com isso o Galo pode ganhar uma vaga e reeditar o clássico Comerário já na primeira fase do Sul-Mato-Grossense.

De acordo com a FFMS, os times que desistirem da Série A devem protocolar sua desistência por escrito. Se não documentarem e desistirem da disputa no meio do caminho ganham suspensão automática por dois anos das competições oficiais e tiram a chance do Operário de retornar à Série A. Ou seja, a possibilidade do Operário subir não está nas mãos apenas da FFMS. Está nas dos demais clubes.

Costa Rica e Rio Verde são os times que estão na corda bamba. O primeiro chegou a anunciar oficialmente sua decisão de abandonar o Estadual, mas até agora não protocolou a decisão. De acordo com cronistas esportivos, a equipe pode ser bancada com atletas de fora por dirigentes da FFMS para que o clube não caia para a Série B.

Já a diretoria do Rio Verde repensa a participação no Estadual já que não poderá usar seu estádio, o Cesário de Freitas, que está em reformas. Jogando fora de casa, perde patrocínios e terá os custos elevados, além de não contar com o apoio da torcida em jogos decisivos.

De acordo com a FFMS, para ter o direito de substituir qualquer equipe na Série A, os times da Série B devem estar em dia: foram solicitados comprovantes de quitação de débitos com a FFMS e CBF, laudos dos estádios e a comprovação de que mantém pelo menos uma equipe de base em competições homologadas.

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Concordo em parte com o amigo Hélio Souza, pois é muito feio um time que ja foi tercveiro no Brasileirão, entrar pela porta dos fundos, mas será que existe porta dos fundos nessa FFMS , ou todas ja são dos fundos, esse nosso futebol é uma ZORRA TOTAL, não existe critério, organização, planejamento, naaada, então pelo menos vamos fazer um campeonato (mentiroso), com mais alegria, que é o Galo presente, pois é o maior do MS, comprovado.
ate mais,
Paulo
 
Paulo Cezar Rocha em 25/01/2011 05:50:29
Não tenho duvidas que o campeonato estadual sem Operário torna-se muito chato, sem brilho principalmente sem os comerarios, se os dirigentes da FFMS usar o bom censo talves possa estar renacendo o futebol de Campo Grande-MS e do estado todos ainda lembra do grande Operário FC, Seria bom se estivessem vários comerarios no estadual,
o Presidente Francisco Cesário e sábio não vai deixar o galo de fora.
Sou Santista de coração mais sou torcedor do futebol de MS.
 
Alberto Pontes Filho em 24/01/2011 04:42:42
Que tremenda humilhação para um clube como o Operário que vive apenas das glórias do passado. Voltar à série A pela 'porta dos fundos' num campeonato pouco qualificado como o sul-mato-grossense é simplesmente ridículo! O Operário chegou ao fundo do poço. É uma situação inadmissível; e para quem acompanhou o Galo na década de 70, época de ouro desse time que tem uma torcida formidável, apaixonada, o retrato é ainda mais deprimente. Não se trata de viver do passado, mas não podemos deixar de citar a fase dourada do Galo para tentar mexer com a torcida, com possíveis parceiros comerciais que porventura tenham interesse em investir no futebol em Campo Grande. Quem sabe um bom e sério projeto de marketing possa mudar o final dessa história que parece seguir para o caos. Se eu fosse diretor do Operário jamais consentiria em fazer o time voltar a disputar a Série A da forma como está sendo anunciada. O clube está em situação deplorável, então quem sabe se começar do zero o resultado seja mais digno, menos humilhante. Disputar um ano a mais de série B não vai 'matar' ninguém, mas oferece aos torcedores e diretores a possibilidade de encarar o futuro com mais dignidade, ancorados numa proposta com visão profissional de sucesso. É inadmissível que Campo Grande, uma capital jovem e moderna com quase 1 milhão de habitantes, não possa ter um time profissional de qualidade em condições de sonhar com a disputa de, pelo menos, a Série B do Brasileiro. Já estivemos na Série A e só caímos por incompetência dos dirigentes. Eu vi o Operário chegar em 3º lugar no campeonato nacional de 1977 e ler uma notícia como essa que o CG News estampa hoje é terrível para quem ama o futebol.
 
Hélio de Souza em 24/01/2011 03:52:12
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