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Jogo Aberto

Coluna zerada

Por Jogo Aberto | 22/07/2011 06:00

Agora no Cinemark, além das filas quilométricas que são de praxe, a sujeira é problema recorrente nos corredores de acesso e o "banheiro é pior que o de rodoviária", reclama internatura que foi a sessão das 21h na quarta-feira. No ambiente onde ficam os vasos sanitários, havia poças de água, com papel higiênico espalhado pelo o chão.

Sobre tumulto na Igreja Universal, quando fiel quebrou templo na noite de quarta no Monte Líbano, a história contada pelos fiéis é de que, iludindo com falsas promessas de ir a Israel e subir o monte santo, o homem entregou todo o dinheiro que tinha nos últimos meses. Amigos dizem que 100% do salário eram repassados à igreja

Cansados depois de tanto cobrar fiscalização no comércio de Dourados, por conta do desrespeito as regras de acessibilidade, ontem pela manhã estudantes resolveram fazer uma campanha criativa pela cidade para chamar a atenção das pessoas.

O grupo saiu pelo centro colando adesivos em carros estacionados em calçadas, em frente de rampas de acesso a cadeirantes ou nas vagas destinadas a pessoas com deficiência, com a frase: “Este carro impediu uma pessoa com deficiência de transitar na calçada”.

Depois que a prefeitura de Dourados resolveu comprar medicamentos para a rede pública de saúde por meio de pregão eletrônico, a economia com a compra foi de R$ 1,3 milhão aos cofres do município.

Antes de começar o recesso, o vereador Vanderlei Cabeludo (PMDB) conseguiu aprovar projeto de lei que disciplina o trabalho de salva-vidas em clubes de Campo Grande, que obriga a presença de um profissional a cada 500 metros de piscina ou balneário.

O detalhe é a justificativa para a preocupação: a morte de 39 pessoas afogadas no ano passado em Mato Grosso do Sul, a maior parte no interior e nenhuma em clube ou balneário, todas em rios, onde é inviável a presença do salva-vidas.

Estudantes poderão ficar sem meia-entrada na Copa do Mundo, no Brasil. Projeto da Lei Geral da Copa, do Ministério dos Esportes, já está emanálise na Casa Civil e estabelece que os preços dos ingressos serão definidos pela Fifa, que terá liberdade de “discutir” eventuais descontos, mas não obrigatoriamente reduzir o valor aos alunos.

Outra mudança é a que prevê a proibição dos supermercados de obrigar operadores de caixa a exercer a função de empacotador. Projeto de lei nesse sentido tramita em caráter conclusivo na Câmara Federal e tem apoio do Sindicato dos Empregados no Comércio de Campo Grande.

O problema de dupla função dos caixas em supermercados, justifica a entidade, é muito sério. A questão implica na "saúde do empregado que pode contrarir problemas sérios de coluna devido à dificuldade de empacotar mercadorias do mesmo local do caixa, sempre apertado”, alega o Sindicato. entidade.