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Por Jogo Aberto | 28/06/2011 06:00

Relatório do CNJ, após inspeção realizada na Justiça sul-mato-grossense, mostra como são fartas as regalias aos juizes. Segundo o Conselho, em um dos episódios, um dos agentes de segurança do TJ foi flagrado às 14h30 prestando serviços particulares ao desembargador João Carlos Brandes Garcia, na casa do juíz.

Outro detalhe sobre magistrado, o Conselho Nacional de Justiça lembra que no dia da inspeção, o desembargador, nada interessado no trabalho de investigação, mandou assessor ligar, indagando sobre o que o CNJ apurava e se era indispensável a presença do magistrado para acompanhar os trabalhos.

O aeroporto internacional de Ponta Porã (MS) foi citado como um dos nacionais que receberam investimentos do governo federal, mas andam as moscas. Entre os 66 aeroportos da Infraero, ele é um dos quatro que têm menor movimento no País.

A Iagro prorrogou por mais 30 dias a sindicância que apura irregularidades no uso de telefone celular. Servidores abusaram e agora são investigados pela Agência.

A Cãmara de Vereadores de Três Lagoas está pegando no pé da Secretaria municipal de Assistência Social porque há 9 meses moradores esperam a liberação de recursos destinados a reconstrução de casas destruídas por temporal em setembro do ano passado.

Dizendo ainda não ter planos para 2013, quando deixará a prefeitura, Nelsinho Trad diz que pode integrar o governo. “O governador disse que poderia me convidar para fazer parte do governo dele. Se acontecer, ótimo. Se não der certo, não tem problema nenhum. Volto para o consultório feliz da vida”, comentou.

Mesmo assim, ele já sugere o trabalho que terá para concretizar o projeto de ser governador de Mato Grosso do Sul, em 2014. “Vou manter contato com vários amigos no interior afora”.

Sobre a chacoalhada no secretariado, da última semana, o prefeito recorreu à astrologia. “Sou virginiano. Sou perfeccionista, me cobro muito. E quero que os outros sejam assim também”.

O Detran, por meio da assessoria, informou que o serviço de vistoria e decalque em carros importados, feito fora do departamento, é antigo, baseado em resolução do Contran de 2008. O órgão esclarece que carros importados, geralmente, têm identificação do número do motor mais difícil e, por conta disto, o motorista tem de levar o veículo para ser feito o trabalho fora do Detran, que não tem “equipamento e pessoal especializado” para identificar a numeração.

Mas é comum também que carros nacionais tenham o mesmo problema, embora o próprio Detran admita que os casos incidam mais sobre o veículo importado. Há uma lista no site do órgão que lista 18 empresas credenciadas, em 13 cidades do Estado, para execução da vistoria especializada que custa em torno de R$ 80 nas mecânicas.