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26/04/2012 06:00

Varredura no MP

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Pré-investigação

Está prevista só para maio a varredura da Corregedoria Nacional no MP de Mato Grosso do Sul. Mas dois "homens de preto", como foram apelidados, já circulam pelo órgão e, entre quem trabalha por ali, o comentário é que

se trata das investigações.

Treino eleitoral

O ex-prefeito de Paranaíba, deputado Diogo Tita (PPS), está se preparando para o processo eleitoral de outubro. Mas neste caso, é preparo físico mesmo. Ele confidenciou nos corredores da Assembleia Legislativa que está frequentando uma academia pela primeira vez na vida.

Invejinha

O deputado frequenta a mesma academia de Paulo Duarte (PT). Ele se disse admirado com a quantidade de peso levantada pelo colega, que também enfrentará a disputa eleitoral.

Susto

Durante a sessão, Diogo Tita foi surpreendido por outro colega, Antônio Carlos Arroyo (PR), que ocupava a 1ª secretaria da Casa. Ao fazer a leitura dos trabalhos, Arroyo fez questão de pronunciar o nome inteiro do deputado: “Diogo Robalinho Tita”.

Brincadeira

O deputado, que estava conversando com algumas pessoas nas cadeiras do plenário, acabou olhando rapidamente para trás. Arroyo perguntou ao deputado se não era “Robalinho”, e continuou a fazer as leituras.

Experiência

O deputado Laerte Tetila (PT) pediu para algumas pessoas olharem para Paulo Duarte, com a frase: “Olha a cara do prefeito”. Depois disso, o parlamentar, que foi prefeito de Dourados por oito anos, fez uma rápida observação: “Lá ele vai ver quanto dói uma saudade e com quantos paus se faz uma canoa”.

Ocupado

Pedro Kemp (PT) ficou em situação delicada na sessão Legislativa. O deputado gostaria de fazer uma observação e chegou a pedir “pela ordem”, mas foi impedido, visto que o presidente em exercício da Casa, Maurício Picarelli (PMDB), estava no telefone fixo da Casa.

Constrangido

Sem saber o que fazer, o deputado olhou para a imprensa e perguntou: “Como a gente faz quando o presidente fica no telefone”.

Aprendiz de CQC

O deputado Zé Teixeira (DEM) gosta de encontrar piadas para definir algumas situações da política no Estado. Ao comentar a situação do deputado Alcides Bernal (PP), que é pré-candidato em Campo Grande, Zé Teixeira disse que está igual a um sapo que tinha de escolher entre ser jogado no fogo ou no rio. Segundo o deputado, ele escolheu o fogo, para que a pessoa lhe jogasse na água.

Igual, mas diferente

Ao se comparar com o governador Puccinelli, Zé Teixeira saiu-se com essa: disse que é amigo e até parecido do governador, mas com algumas diferenças: “Eu sou curto e grosso. Ele é culto e grosso”.

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