ACOMPANHE-NOS    
DEZEMBRO, TERÇA  01    CAMPO GRANDE 29º

Consumo

Estampa étnica vira roupa fofa para criança pelas mãos de Anna Maria

Impulsionada pela maternidade, Anna Maria transformou sala de casa em ateliê de onde saem peças que falam muito através de estampa

Por Paula Maciulevicius Brasil | 30/08/2020 08:31
Confira a Galeria de Imagens:
Anna Maria com um dos modelinhos que saem do seu ateliê. (Foto: Arquivo Pessoal)
Anna Maria com um dos modelinhos que saem do seu ateliê. (Foto: Arquivo Pessoal)

Que a maternidade transforma mães em empreendedoras, isso é fato. Bastou um filho nascer para a mãe se reinventar e conciliar trabalho e cuidados. E é na sala de casa, que Anna Maria de Menezes Rodrigues resolveu fazer da costura seu negócio para ficar mais perto das filhas Isabelle e Elisabeth. O resultado são peças fofas, que carregam muito do que a mãe acredita.

As estampas étnicas são a paixão de Anna Maria desde a infância. Hoje, aos 29 anos, ela costura o que aprendeu com a madrasta e uma tia. Alguns dos moldes é ela quem cria, outros, são de outras artesãs.

Isabelle, a caçulinha de 2 anos, quem motivou a mãe a transformar a sala de casa em lugar de costura. Ah, claro, ela exibe o carro-chefe do ateliê: o macaquinho. (Foto: Arquivo Pessoal)
Isabelle, a caçulinha de 2 anos, quem motivou a mãe a transformar a sala de casa em lugar de costura. Ah, claro, ela exibe o carro-chefe do ateliê: o macaquinho. (Foto: Arquivo Pessoal)

"O ateliê começou a partir da minha paixão pela costura desde pequena. Realmente resolvi investir depois que a bebê nasceu, eu queria poder fica com ela, mas também precisava trabalhar, assim comecei as primeiras peças", conta.

O início tem como data agosto do ano passado, e as primeiras clientes, eram todas conhecidas, até que Anna Maria passou a expor as peças do ateliê em feiras. A escolha das estampas se dá pela originalidade que a artesã gosta de imprimir no trabalho. "Acredito que assim como eu, muitas mães gostam da cultura afro, das cores, da vida por trás deste tema. Tento fazer função África - Brasil", descreve.

Unir ideias vai além da beleza estética. Para Anna Maria, é importante trazer o tema para o cotidiano. "Quanto mais crianças e adultos ouvirem sobre as nossas origens, acredito que isso ajude a diminuir o preconceito".

Os tecidos são todos 100% algodão e o próximo passo é encontrar um fornecedor de tecidos africanos legítimos. As peças são feitas sob encomenda, o carro-chefe é o macaquinho, e os tamanhos vão de 0 a 6 anos. O contato com Anna Maria pode ser feito pelo Instagram.

Curta o Lado B no Facebook e no Instagram. Tem uma pauta bacana para sugerir? Mande pelas redes sociais, e-mail: ladob@news.com.br ou no Direto das Ruas através do WhatsApp do Campo Grande News (67) 99669-9563.

Abaixo, alguns dos modelinhos que o ateliê já fez:


Nos siga no Google Notícias
Regras de comentário